Dayan Cleber
Dayan Cleber Halmenschlager · nasceu em 1978
Dayan Cleber disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Pinhalzinho (SC)), pelo DEM: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 30 anos, ensino médio, locutor e comentarista de rádio e televisão e radialista. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Dayan Cleber declarou R$ 229,2 mil em bens, em reais de hoje: 1,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.
Declarou 1,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2008.
- Dayan CleberR$ 229,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 148,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 229,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Dayan Cleber declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Pinhalzinho (SC) · DEM · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 12 mil81,7%
- Próprio bolsoR$ 2.67718,3%
Para onde foi
- OutrosR$ 6.37543,6%
- TransporteR$ 4.93233,7%
- Material impressoR$ 2.88619,7%
- EscritórioR$ 4423%
Quanto custou cada voto: vereador, Pinhalzinho (SC), 2008
Mediana da disputa: R$ 69,5 por voto. Quem venceu, Silvana, gastou R$ 49,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 273; o mais barato, R$ 49,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zenaide DEMR$ 119 mil · 438 votosR$ 273
- Idacir PTBR$ 18 mil · 81 votosR$ 220
- Marlene Griebler PSDBR$ 19 mil · 89 votosR$ 210
- Iolanda DEMR$ 50 mil · 263 votosR$ 189
- Spengler PSDBR$ 19 mil · 233 votosR$ 83,1
- Alemão PPR$ 24 mil · 343 votosR$ 71
- Liamara Meneghetti PSDBR$ 20 mil · 292 votosR$ 69,5
- Pedro Arno PPR$ 23 mil · 373 votosR$ 62,5
- Giachini PPR$ 21 mil · 358 votosR$ 59,6
- Joãozinho PPR$ 22 mil · 381 votosR$ 58,5
- Balestrini DEMR$ 18 mil · 313 votosR$ 56,7
- Silvana PPR$ 21 mil · 419 votosR$ 49,3
Votos por real
- 2008, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.