Davizinho
David do Carmo · nasceu em 1946
Davizinho se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: MDB (2004–2012), PROS (2016), PP (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 74 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Davizinho declarou R$ 176,7 mil em bens, em reais de hoje: 3,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 82,3 mil acima da inflação.
Declarou 3,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- DavizinhoR$ 176,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Davizinho declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 3,9 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Palmares do Sul (RS) · PP · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 1.39559,2%
- PessoasR$ 72230,6%
- Próprio bolsoR$ 24110,2%
Para onde foi
- TransporteR$ 23491,7%
- EscritórioR$ 218,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Palmares do Sul (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 25,7 por voto. Quem venceu, Nene Gil, gastou R$ 8,25 por voto. O voto mais caro custou R$ 145; o mais barato, R$ 8,25.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Eduardo Ratinho CIDADANIAR$ 3,9 mil · 27 votosR$ 145
- Adriana Mesquita PDTR$ 3,1 mil · 47 votosR$ 66,8
- Nestor Dartora CIDADANIAR$ 5,8 mil · 99 votosR$ 59
- Ademar Terra PDTR$ 4,2 mil · 81 votosR$ 51,9
- Marcão Ventura MDBR$ 5,6 mil · 169 votosR$ 33
- Nestor Krupp PTBR$ 3,2 mil · 103 votosR$ 30,8
- Polon Oliveira PDTR$ 5,4 mil · 209 votosR$ 25,7
- Curuja PDTR$ 5 mil · 203 votosR$ 24,4
- Juliana Ortiz PDTR$ 3,6 mil · 148 votosR$ 24,3
- Maneca CIDADANIAR$ 5,7 mil · 267 votosR$ 21,5
- Filipe Lang PTR$ 7,9 mil · 404 votosR$ 19,6
- Nene Gil PDTR$ 3,6 mil · 441 votosR$ 8,25
Votos por real
- 2020, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 60 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.