David Santos
David José Domingos dos Santos · nasceu em 1985
David Santos se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PL (2012), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 35 anos, superior completo, servidor público municipal, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, David Santos declarou R$ 71,2 mil em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.
- David SantosR$ 71,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, David Santos declarou ao TSE R$ 3,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 2,7 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Cabo Verde (MG) · PSD · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Cabo Verde (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 12,7 por voto. Quem venceu, Maísa Gianini, gastou R$ 5,72 por voto. O voto mais caro custou R$ 85; o mais barato, R$ 4,17.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mariana Podestá DEMR$ 10 mil · 122 votosR$ 85
- Paulo Alves MDBR$ 7,1 mil · 254 votosR$ 27,9
- Cleyton Do Vantuil PLR$ 1,5 mil · 54 votosR$ 27,5
- Pedrinho Da Âmbulancia PSBR$ 1,6 mil · 88 votosR$ 18,7
- Cesar Mendes PROSR$ 1,9 mil · 103 votosR$ 18,1
- Daniel Pipoqueiro PSBR$ 1,9 mil · 141 votosR$ 13,4
- Professora Vanda MDBR$ 3,5 mil · 275 votosR$ 12,7
- Paulinho Leupoldino PDTR$ 2,5 mil · 203 votosR$ 12,4
- Jacaré Da Serra DEMR$ 2,1 mil · 203 votosR$ 10,5
- Celino Tereza PLR$ 1,6 mil · 252 votosR$ 6,40
- Maísa Gianini MDBR$ 3,2 mil · 564 votosR$ 5,72
- Reginho Da Padaria PROSR$ 1,3 mil · 312 votosR$ 4,17
Votos por real
- 2012, vereador: 58 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.