David Miranda
David Michael dos Santos Miranda · nasceu em 1985
David Miranda se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2022, e foi eleito em 1.
Esquerda, nas duas medidas
As medidas concordam: ele fica entre −0,53 e −0,41 numa escala de −1 (esquerda) a +1 (direita).
Votou como o governo orientou em 27% das votações, e com a maioria do próprio partido em 97%; apoio ao governo é medido à parte e não muda a posição.
Pelo voto em cada legislatura e pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2022 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 2 partidos: PSOL (2016–2018), PDT (2022).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2022, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2022: 37 anos, superior completo, deputado, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2022
- 2018Deputado federal · Rio de JaneiroPSOL 5000· esquerdasuplente17.356 votos; 102º mais votado de 1.046 no estado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, David Miranda teve 17.356 votos para deputado federal, 0,2% dos votos válidos do estado: 102º lugar entre 1.046 candidatos.
Recebeu votos em 90 cidades. Rio de Janeiro deu 64,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 88,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, David Miranda declarou R$ 537,9 mil em bens, em reais de hoje: 118 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio de Janeiro. Entre 2016 e 2018, o total subiu R$ 416,3 mil acima da inflação.
Em 2022, não declarou nenhum bem.
Declarou 118 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Rio de Janeiro em 2018.
- David MirandaR$ 537,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 4.566
- Mediana dos eleitosR$ 712,6 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 6 itens declarados em 2018, do maior ao menor
- #Nulo#R$ 154,5 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- #Nulo#R$ 140,1 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- #Nulo#R$ 111,3 milQuotas ou quinhões de capital
- #Nulo#R$ 106,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- #Nulo#R$ 22,8 milConta corrente no país
- #Nulo#R$ 2.587Quotas ou quinhões de capital
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, David Miranda declarou ao TSE R$ 1 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 521 mil.
Campanha a campanha
2018 · Deputado federal · Rio de Janeiro · PSOL · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 317,7 mil61,3%
- Pessoas12 pessoas, não nomeadasR$ 105,7 mil20,4%
- Fundo eleitoralTudo de Partido Socialismo E Liberdade - Rio De Janeiro (Psol-Rj)R$ 94,4 mil18,2%
- Outros candidatosR$ 7390,1%
Para onde foi
- InternetTudo de Adyen Do Brasil Instituicao De Pagamento Ltda.R$ 45,2 mil9,1%
- Escritório2 pessoas, não nomeadasR$ 30,7 mil6,1%
- OutrosR$ 23,9 mil4,8%
- RepassesR$ 4.5240,9%
Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio de Janeiro, 2018
Mediana da disputa: R$ 74,3 por voto. Quem venceu, Alessandro Molon, gastou R$ 9,53 por voto. O voto mais caro custou R$ 354; o mais barato, R$ 9,53.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cristiane Brasil PTBR$ 3,5 milhões · 10.002 votosR$ 354
- Alexandre Cardoso PSDR$ 2 milhões · 7.316 votosR$ 274
- Danielle Cunha MDBR$ 3 milhões · 13.424 votosR$ 225
- Marco Antônio Cabral MDBR$ 3,2 milhões · 19.659 votosR$ 163
- Luiz Carlos Ramos Do Chapeu PLR$ 2,6 milhões · 18.159 votosR$ 143
- Celso Pansera PTR$ 2 milhões · 15.287 votosR$ 134
- Átila A. Nunes MDBR$ 2,3 milhões · 17.208 votosR$ 131
- Alexandre Valle PLR$ 3,5 milhões · 27.288 votosR$ 129
- Wilson Beserra MDBR$ 2,2 milhões · 20.597 votosR$ 109
- Deley PTBR$ 2,1 milhões · 21.377 votosR$ 98,8
- André Lazaroni MDBR$ 2,7 milhões · 28.783 votosR$ 94,7
- Julio Lopes PPR$ 3,7 milhões · 40.831 votosR$ 90,2
- Simão Sessim PPR$ 3,1 milhões · 34.267 votosR$ 90
- Clarissa Garontinho PROSR$ 2,7 milhões · 35.131 votosR$ 78,2
- Laura Carneiro DEMR$ 3,1 milhões · 40.212 votosR$ 76,4
- Soraya Santos PLR$ 3,6 milhões · 48.328 votosR$ 74,3
- Leonardo Picciani MDBR$ 2,4 milhões · 38.665 votosR$ 63
- Alexandre Serfiotis PSDR$ 2,3 milhões · 37.526 votosR$ 62,1
- Wadih Damous PTR$ 1,9 milhão · 31.160 votosR$ 59,6
- Marcão Gomes PLR$ 2,4 milhões · 40.901 votosR$ 57,5
- Christino Aureo PPR$ 2,4 milhões · 47.101 votosR$ 51,5
- Rodrigo Maia DEMR$ 3,6 milhões · 74.232 votosR$ 48,6
- Hugo Leal PSDR$ 2,9 milhões · 63.561 votosR$ 44,9
- Pedro Paulo DEMR$ 2,4 milhões · 56.646 votosR$ 42,9
- Marcos Soares DEMR$ 1,8 milhão · 44.262 votosR$ 41,4
- Aureo SOLIDARIEDADER$ 2,6 milhões · 68.414 votosR$ 38,7
- Altineu Cortes PLR$ 2 milhões · 55.367 votosR$ 36,7
- Rosangela Gomes REPUBLICANOSR$ 2,1 milhões · 63.952 votosR$ 33,1
- Jandira Feghali PC do BR$ 2,3 milhões · 71.646 votosR$ 32,2
- Alessandro Molon PSBR$ 2,2 milhões · 227.914 votosR$ 9,53
Votos por real
- 2018, deputado federal: 35 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.