Dão
Alvino Barbosa dos Santos · nasceu em 1955
Dão se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: DEM (2004), MDB (2008–2016), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2020: 65 anos, até o fundamental, agricultor, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Dão declarou R$ 89,1 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 34,3 mil acima da inflação.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.
- DãoR$ 89,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Dão declarou ao TSE R$ 24 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 10 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Rafael Jambeiro (BA) · DEM · candidatura não chegou à urna
De onde veio
- PessoasR$ 53178,9%
- PartidoR$ 14221,1%
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Rafael Jambeiro (BA), 2020
Mediana da disputa: R$ 8,42 por voto. Quem venceu, Ivanildo, gastou R$ 1,67 por voto. O voto mais caro custou R$ 240; o mais barato, R$ 1,67.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nelsinho De Gel REPUBLICANOSR$ 4,1 mil · 17 votosR$ 240
- Ika Da Bela Vista REPUBLICANOSR$ 1 mil · 23 votosR$ 45,2
- Debora De Gilson REPUBLICANOSR$ 1,4 mil · 54 votosR$ 25,9
- Magna DEMR$ 14 mil · 1.083 votosR$ 13,1
- Ciro Da Ambulância REPUBLICANOSR$ 1,6 mil · 154 votosR$ 10,6
- Izaias Do Hospital REPUBLICANOSR$ 1,8 mil · 172 votosR$ 10,4
- Alair De Salomão PSDR$ 2,3 mil · 279 votosR$ 8,42
- Kassio Trindade REPUBLICANOSR$ 2 mil · 269 votosR$ 7,37
- Fernando Coni REPUBLICANOSR$ 2,5 mil · 503 votosR$ 4,95
- Almir Carneiro REPUBLICANOSR$ 2,5 mil · 656 votosR$ 3,80
- Judival DEMR$ 1,5 mil · 737 votosR$ 2,01
- Ivanildo DEMR$ 1,8 mil · 1.079 votosR$ 1,67
Votos por real
- 2016, vereador: 116 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 40 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2004, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.