Apuração
Vice-prefeito · 2016 · MDB

Danilo Mikilim

Danilo José de Toledo · nasceu em 1959

Danilo Mikilim se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2010PSC2012CIDADANIA2016MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.

Passou por 4 partidos: PSDB (2004), PSC (2010), CIDADANIA (2012), MDB (2016).

Dep. federalPrefeitoVice-prefeitoPartidoPSDBPSCCIDADANIAMDB2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2016, vice na chapa.

Declarou ao TSE em 2016: 57 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    MDB 14· centro-direita
    vice na chapa
  2. 2012
    CIDADANIA 23· centro
    candidatura não chegou à urna
  3. 2010
    Deputado federal · São Paulo
    PSC 2045· direita
    suplente4.561 votos; 332º mais votado de 1.030 no estado
  4. 2004
    PSDB 45· centro-direita
    eleito4.081 votos, 55,3%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Danilo Mikilim teve 4.561 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 332º lugar entre 1.030 candidatos.

Recebeu votos em 126 cidades. São Luís do Paraitinga deu 59,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,7%.

4.561 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 4.561 votos.
  1. São Luís do Paraitinga (SP)2.716 votos59,5%
  2. Taubaté (SP)525 votos11,5%
  3. São Paulo (SP)196 votos4,3%
  4. Lorena (SP)179 votos3,9%
  5. Lagoinha (SP)128 votos2,8%
  6. Outras 111 cidades334 votos7,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Danilo Mikilim declarou R$ 214,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2016, o total caiu R$ 82,3 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 214,5 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 132.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 214,5 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Aplicação em fundo de investimento banco santander de são…R$ 162,5 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  2. VW parati ano 2004 placa dbu 3172R$ 24,4 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. 33% De um imóvel rural localizado no bairro mato dentroR$ 24,4 mil
    Outros bens imóveis rural
  4. Lina telefônica fixa residêncialR$ 3.249
    Linha telefônica

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Danilo Mikilim declarou ao TSE R$ 184 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 136 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Prefeito · São Luís do Paraitinga (SP) · CIDADANIA · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 25,2 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 25,2 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 23,1 mil91,4%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 2.1668,6%

Para onde foi

R$ 25,2 mil
O maior gasto foi com material impresso: 54% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 25,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 2.1668,6%

Quanto custou cada voto: prefeito, São Luís do Paraitinga (SP), 2012

Mediana da disputa: R$ 17,3 por voto. Quem venceu, Alex Torres, gastou R$ 18,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 18,8; o mais barato, R$ 5,09.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado federal: 200 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 30 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.