Danilo
Danilo Romero Sodero · nasceu em 1955
Danilo se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 61 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Danilo declarou R$ 367,2 mil em bens, em reais de hoje: 16 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 43,6 mil acima da inflação.
Declarou 16 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- DaniloR$ 367,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Danilo declarou ao TSE R$ 3,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 1,7 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Silveiras (SP) · PP · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 20254,3%
- PessoasR$ 9726,1%
- Outros candidatosR$ 7319,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 18950,9%
- ServiçosR$ 17045,7%
- EscritórioR$ 133,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Silveiras (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 23,1 por voto. Quem venceu, Neusa Menegon, gastou R$ 8,26 por voto. O voto mais caro custou R$ 446; o mais barato, R$ 8,26.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Geralda Do Gaiola PLR$ 4,9 mil · 11 votosR$ 446
- Márcia PLR$ 2,7 mil · 22 votosR$ 122
- Iara DEMR$ 2,4 mil · 43 votosR$ 57
- Jovane PODER$ 1,7 mil · 36 votosR$ 47,4
- Krico PLR$ 1,8 mil · 46 votosR$ 38,9
- Claudinho Da Saúde PLR$ 1,9 mil · 70 votosR$ 26,6
- Waldinei Pontes PLR$ 1,8 mil · 76 votosR$ 23,1
- Pedro Paulo DEMR$ 1,9 mil · 153 votosR$ 12,5
- Dirceu Do Zé Carmo PSBR$ 2,3 mil · 184 votosR$ 12,2
- Carlos Do Nézio PLR$ 2 mil · 181 votosR$ 11,3
- Marco Aurélio PLR$ 1,8 mil · 175 votosR$ 10,2
- Neusa Menegon PSBR$ 1,9 mil · 233 votosR$ 8,26
Votos por real
- 2016, vereador: 157 votos por R$ 1.000, 5,3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 136 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 264 votos por R$ 1.000, 6,5 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 151 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.