Apuração
Deputado estadual · 2022 · PODE

Daniel Rodrigues

Daniel Rodrigues Vieira · nasceu em 1988

Daniel Rodrigues se candidatou em 5 eleições, de 2012 a 2022, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,14← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PDT2016PC do B2018PATRIOTA2020PV2022PODE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.

Passou por 5 partidos: PDT (2012), PC do B (2016), PATRIOTA (2018), PV (2020), PODE (2022).

Dep. estadualVereadorPartidoPDTPC do BPATRIOTAPVPODE201220142016201820202022
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2022, não eleito.

Declarou ao TSE em 2022: 33 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    Deputado estadual · Goiás
    PODE 19015· direita
    não eleito2.900 votos; 182º mais votado de 737 no estado
  2. 2020
    PV 43200· centro
    suplente
  3. 2018
    Deputado estadual · Goiás
    PATRIOTA 51200· direita
    suplente5.866 votos; 136º mais votado de 797 no estado
  4. 2016
    PC do B 65200· esquerda
    eleito1.007 votos
  5. 2012
    PDT 12500· centro-esquerda· na urna, Daniel
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Daniel Rodrigues teve 2.900 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 182º lugar entre 737 candidatos.

Recebeu votos em 37 cidades. Aparecida de Goiânia deu 90,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,9%.

2.900 votos
votos para deputado estadual em 2022
Cada quadrado é 1% de 2.900 votos.
  1. Aparecida de Goiânia (GO)2.610 votos90%
  2. Goiânia (GO)185 votos6,4%
  3. Bela Vista de Goiás (GO)13 votos0,4%
  4. Abadia de Goiás (GO)9 votos0,3%
  5. Anápolis (GO)8 votos0,3%
  6. Outras 22 cidades31 votos1,1%
As outras 1 eleições para deputado
5.866 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 5.866 votos.
  1. Aparecida de Goiânia (GO)4.897 votos83,5%
  2. Goiânia (GO)387 votos6,6%
  3. Aragarças (GO)218 votos3,7%
  4. Anápolis (GO)48 votos0,8%
  5. Aragoiânia (GO)42 votos0,7%
  6. Outras 55 cidades150 votos2,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Daniel Rodrigues declarou R$ 30,4 mil em bens, em reais de hoje.

Em 2022, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 30,4 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 20.000 na declaração)

Declarou 29% da mediana dos candidatos a deputado estadual em Goiás em 2018.

  • Daniel RodriguesR$ 30,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 106,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,3 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 30,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Daniel Rodrigues declarou ao TSE R$ 243 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputado estadual: R$ 169 mil, 96% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2022 · Deputado estadual · Goiás · PODE · não eleito

De onde veio

R$ 169 mil
96% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 169 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Podemos Orgao Provisorio Goias - Go - EstadualR$ 162,4 mil96,1%
  2. PessoasR$ 6.6063,9%
  3. Próprio bolsoR$ 38< 0,1%

Para onde foi

R$ 84,1 mil
O maior gasto foi com material impresso: 51% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 84,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal9 pessoas, não nomeadasR$ 24,6 mil29,3%
  2. InternetTudo de Dlocal Brasil Instituicao De Pagamento S.A.R$ 9.60811,4%
  3. TransporteTudo de Piloto Comercio De Derivados De Petroleo LtdaR$ 6.3297,5%
  4. EscritórioR$ 2890,3%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Goiás, 2022

Mediana da disputa: R$ 29,7 por voto. Quem venceu, Bruno Peixoto, gastou R$ 14,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 4.421; o mais barato, R$ 14,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2022, deputado estadual: 34 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2020, vereador: 142 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
  • 2018, deputado estadual: 389 votos por R$ 1.000, 8 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 55% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.