Apuração
Vereador · 2016 · PRTB

Daniel da Casa de Recuperação

Daniel Borges · nasceu em 1957

Daniel da Casa de Recuperação se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPRTB+0,28← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MOBILIZA2008MOBILIZA2012MOBILIZA2016PRTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Passou por 2 partidos: MOBILIZA (2004–2012), PRTB (2016).

VereadorPartidoMOBILIZAPRTB2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 59 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PRTB 28333· direita
    suplente
  2. 2012
    MOBILIZA 33333· centro-direita· na urna, Daniel da Casa Recuperação
    suplente492 votos
  3. 2008
    MOBILIZA 33333· centro-direita· na urna, Daniel da Assembleia
    eleito687 votos
  4. 2004
    MOBILIZA 33332· centro-direita· na urna, Daniel da Assembleia
    não eleito

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Daniel da Casa de Recuperação declarou R$ 102,4 mil em bens, em reais de hoje: 3,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 34,9 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 2.500.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 102,4 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 63.000 na declaração)

Declarou 3,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.

  • Daniel da Casa de RecuperaçãoR$ 102,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 102,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Daniel da Casa de Recuperação declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 12 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · São Lourenço (MG) · PRTB · suplente

De onde veio

R$ 3.306
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.306.
  1. PessoasR$ 1.78153,9%
  2. Outros candidatosR$ 1.52546,1%

Para onde foi

R$ 3.306
O maior gasto foi com transporte: 61% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.306.
  1. TransporteR$ 2.01160,8%
  2. PessoalR$ 97229,4%
  3. ServiçosR$ 3249,8%

Quanto custou cada voto: vereador, São Lourenço (MG), 2016

Mediana da disputa: R$ 34,1 por voto. Quem venceu, Gil, gastou R$ 17 por voto. O voto mais caro custou R$ 125; o mais barato, R$ 17.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Dra Eliony AVANTER$ 18 mil · 144 votosR$ 125
  • Thiago Abbud (Thigó) AGIRR$ 19 mil · 253 votosR$ 73,7
  • Neusa Fernandez PLR$ 17 mil · 245 votosR$ 68
  • Matheus Do Chiquinho REPUBLICANOSR$ 8,2 mil · 185 votosR$ 44,5
  • Kall DEMR$ 20 mil · 450 votosR$ 43,6
  • Moises Vidraceiro PRPR$ 9 mil · 246 votosR$ 36,6
  • Chopinho PSCR$ 20 mil · 590 votosR$ 34,1
  • César Do Le Sapê CIDADANIAR$ 8,1 mil · 263 votosR$ 30,7
  • Fabricio Guedes PLR$ 9 mil · 381 votosR$ 23,6
  • Dr Abel PLR$ 8,1 mil · 458 votosR$ 17,6
  • William Eventos PVR$ 9,2 mil · 530 votosR$ 17,4
  • Gil PSDR$ 16 mil · 947 votosR$ 17

Votos por real

  • 2016, vereador: 49 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 112 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 236 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.