Daniel Barros
Daniel Gonçalves de Moura · nasceu em 1981
Daniel Barros se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PSB (2008–2012), PSC (2016), PP (2020), PSD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 43 anos, superior completo, enfermeiro, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Daniel Barros declarou R$ 75,4 mil em bens, em reais de hoje: 7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 66 mil acima da inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2020.
- Daniel BarrosR$ 75,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 10,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 57,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Daniel Barros declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 6,7 mil, 24% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Paquetá (PI) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2024.
Quanto custou cada voto: vereador, Paquetá (PI), 2024
Mediana da disputa: R$ 48 por voto. Quem venceu, Raiane Monteiro, gastou R$ 7,52 por voto. O voto mais caro custou R$ 820; o mais barato, R$ 7,52.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Maria Valdeni PPR$ 16 mil · 20 votosR$ 820
- Fernanda Sousa PTR$ 3 mil · 9 votosR$ 336
- Beatriz Cardoso PPR$ 16 mil · 54 votosR$ 304
- Edilma Cosme PPR$ 16 mil · 68 votosR$ 241
- Nicolly Santos PTR$ 3,3 mil · 24 votosR$ 138
- Icaro Dantas PTR$ 3,3 mil · 59 votosR$ 56,2
- Corim PTR$ 3,3 mil · 69 votosR$ 48
- Dino Gonçalves PTR$ 3,3 mil · 78 votosR$ 42,5
- Mariana Portela PTR$ 3,9 mil · 191 votosR$ 20,5
- Luis Filho PTR$ 3,8 mil · 189 votosR$ 19,8
- Daniel Moura PTR$ 4,8 mil · 308 votosR$ 15,4
- Raiane Monteiro PSDR$ 2,6 mil · 346 votosR$ 7,52
Votos por real
- 2016, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.