Daniel Alonso
nasceu em 1966
Daniel Alonso se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2016 e 2020.
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 54 anos, superior incompleto, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Daniel Alonso declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje: 3,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 5 mi, já descontada a inflação.
Declarou 3,1 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2020.
- Daniel AlonsoR$ 1,1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 348,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 400,1 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- 50% Quotas capital empresa construçãoR$ 624,9 milOutros bens e direitos
- Imovel residencialR$ 289,5 milCasa
- 50% Quotas capital casa sol linsR$ 71,8 milOutros bens e direitos
- 50% Capital casa solR$ 35,9 milOutros bens e direitos
- 95% De quotas da empresa casa solR$ 27,3 milLoja
- 50% Quotas de capitalR$ 18 milLoja
- 50% De quotas do capital social empresa de publicidadeR$ 7.182Outros bens e direitos
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Daniel Alonso declarou ao TSE R$ 5 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 2,3 milhões.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Marília (SP) · PSDB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 201,7 mil10,5%
- Pessoas14 pessoas, não nomeadasR$ 182,3 mil9,5%
Para onde foi
- Pessoal440 pessoas, não nomeadasR$ 686,3 mil36,3%
- InternetTudo de Adyen Do Brasil Instituicao De Pagamento Ltda.R$ 127,9 mil6,8%
- ServiçosR$ 6.3680,3%
Quanto custou cada voto: prefeito, Marília (SP), 2020
Daniel Alonso: R$ 34,3 por voto (mediana da disputa, R$ 34,3). O voto mais caro custou R$ 180; o mais barato, R$ 1,18.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Adão Brito PDTR$ 142 mil · 787 votosR$ 180
- Professor Juvenal PTR$ 80 mil · 1.336 votosR$ 60,1
- Capitão Eliton PVR$ 85 mil · 1.732 votosR$ 49,3
- Daniel Alonso PSDBR$ 1,9 milhão · 55.060 votosR$ 34,3
- Juliano Da Campestre PRTBR$ 109 mil · 8.464 votosR$ 12,8
- Nayara Mazini PSOLR$ 6,5 mil · 5.498 votosR$ 1,18
Votos por real
- 2020, prefeito: 29 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 60 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 10 votos por R$ 1.000, 67% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.