Apuração
Vereador · 2012 · PDT

Daniel

Daniel Lemes da Silva · nasceu em 1982

Daniel se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PDT2012PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PDT.

VereadorPartidoPDT200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 30 anos, até o fundamental. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Pinhal (RS)
    PDT 12456· centro-esquerda
    suplente76 votos
  2. 2008
    Vereador · Pinhal (RS)
    PDT 12456· centro-esquerda· na urna, Daniel Lemes da Silva
    suplente70 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Daniel declarou ao TSE R$ 3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 2,1 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Pinhal (RS) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 2.058
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.058.
  1. Próprio bolsoR$ 1.08352,6%
  2. Outros candidatosR$ 65031,6%
  3. PessoasR$ 32515,8%

Para onde foi

R$ 2.004
O maior gasto foi com material impresso: 68% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.004.
  1. Material impressoR$ 1.35467,6%
  2. ServiçosR$ 65032,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Pinhal (RS), 2012

Mediana da disputa: R$ 61,4 por voto. Quem venceu, Laine, gastou R$ 37,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 126; o mais barato, R$ 37,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Giovani PTBR$ 6 mil · 48 votosR$ 126
  • Rogiane PPR$ 6,9 mil · 77 votosR$ 89,3
  • Junior Galera PPR$ 12 mil · 141 votosR$ 83,7
  • Irio PTBR$ 9 mil · 125 votosR$ 71,7
  • Tede Beltramin PTR$ 7,3 mil · 105 votosR$ 69,6
  • Cordiona PPR$ 6,8 mil · 109 votosR$ 62,1
  • Luciano CIDADANIAR$ 8,2 mil · 134 votosR$ 61,4
  • Frighetto PTR$ 5,2 mil · 87 votosR$ 59,8
  • Alta MDBR$ 5,3 mil · 111 votosR$ 47,7
  • Chico De Cristo MDBR$ 6 mil · 140 votosR$ 42,5
  • Valter PPR$ 5,1 mil · 132 votosR$ 38,8
  • Laine MDBR$ 5,1 mil · 135 votosR$ 37,9

Votos por real

  • 2012, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 70 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.