Apuração
Vereador · 2008 · PP

Daniel

Daniel Gustavo Costa Cruz · nasceu em 1979

Daniel se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,32← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PV2008PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PV (2004), PP (2008).

VereadorPartidoPVPP200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 28 anos, superior completo, comerciante. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Barra Bonita (SP)
    PP 11111· direita
    suplente425 votos
  2. 2004
    Vereador · Barra Bonita (SP)
    PV 43333· centro-esquerda
    não eleito343 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Daniel declarou R$ 27 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 27 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 10.000 na declaração)

Declarou 56% da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.

  • DanielR$ 27 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 27 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Daniel declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 9,4 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Barra Bonita (SP) · PP · suplente

De onde veio

R$ 5.191
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.191.
  1. Outros candidatosR$ 2.86255,1%
  2. Próprio bolsoR$ 1.79434,6%
  3. PessoasR$ 53510,3%

Para onde foi

R$ 5.191
O maior gasto foi com outros: 65% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.191.
  1. OutrosR$ 3.39865,4%
  2. Material impressoR$ 1.79434,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Barra Bonita (SP), 2008

Mediana da disputa: R$ 35,4 por voto. Quem venceu, Dra. Sonia, gastou R$ 16,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 160; o mais barato, R$ 16,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 82 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.