Apuração
Vereador · 2016 · MOBILIZA

Dani da Farmácia

Daniel Lanjoni Del Pino · nasceu em 1961

Dani da Farmácia se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMOBILIZA+0,25← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PV2008PSC2012PSDB2016MOBILIZA← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Passou por 4 partidos: PV (2004), PSC (2008), PSDB (2012), MOBILIZA (2016).

VereadorPartidoPVPSCPSDBMOBILIZA2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 55 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Charqueada (SP)
    MOBILIZA 33113· centro-direita
    suplente
  2. 2012
    Vereador · Charqueada (SP)
    PSDB 45113· centro-direita· na urna, Dani da Farmacia
    suplente153 votos
  3. 2008
    Vereador · Charqueada (SP)
    PSC 20113· direita
    eleito280 votos
  4. 2004
    Vereador · Charqueada (SP)
    PV 43113· centro-esquerda· na urna, Dani da Farmacia
    suplente278 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Dani da Farmácia declarou R$ 406,2 mil em bens, em reais de hoje: 17 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 271,4 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 406,2 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 250.000 na declaração)

Declarou 17 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.

  • Dani da FarmáciaR$ 406,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 406,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Dani da Farmácia declarou ao TSE R$ 7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 2,6 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Charqueada (SP) · MOBILIZA · suplente

De onde veio

R$ 165
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 165
O maior gasto foi com material impresso: 71% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 165.
  1. Material impressoR$ 11770,6%
  2. TransporteR$ 4929,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Charqueada (SP), 2016

Mediana da disputa: R$ 33 por voto. Quem venceu, Fernando Ciaramello, gastou R$ 3,96 por voto. O voto mais caro custou R$ 156; o mais barato, R$ 3,96.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Japão Pintor PHSR$ 3,6 mil · 23 votosR$ 156
  • Rafael Murilo PVR$ 5,4 mil · 64 votosR$ 84,8
  • Gilson Tietz PHSR$ 2,5 mil · 31 votosR$ 79,9
  • Caio Piedade PTBR$ 2,1 mil · 51 votosR$ 41,7
  • Fernando Barbosa PLR$ 5,9 mil · 167 votosR$ 35,6
  • Alberto Maciel PVR$ 3,6 mil · 101 votosR$ 35,3
  • Jair Lourenço PC do BR$ 1,4 mil · 43 votosR$ 33
  • Fernanda Manzato PC do BR$ 2,1 mil · 85 votosR$ 24,4
  • Juninho DCR$ 1,5 mil · 90 votosR$ 16,7
  • Vinicius Roccia SOLIDARIEDADER$ 1,4 mil · 199 votosR$ 6,97
  • Wilson Tietz CIDADANIAR$ 1,3 mil · 312 votosR$ 4,01
  • Fernando Ciaramello PSDBR$ 1,5 mil · 385 votosR$ 3,96

Votos por real

  • 2016, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 87 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 115 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 107 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.