Danguinhah
Anderson Oliveira Silva · nasceu em 1989
Danguinhah se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PTB (2012), PODE (2020), MDB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 35 anos, ensino médio, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Danguinhah declarou R$ 220,9 mil em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.
- DanguinhahR$ 220,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Danguinhah declarou ao TSE R$ 1,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 566.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Palmares Paulista (SP) · PODE · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Palmares Paulista (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 24,1 por voto. Quem venceu, Tuti Cabeleireiro, gastou R$ 11,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 149; o mais barato, R$ 11,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Meire Espejo MDBR$ 3,3 mil · 22 votosR$ 149
- Sueli Marjiote PPR$ 3,5 mil · 32 votosR$ 110
- Rosilene Morais MDBR$ 3,6 mil · 53 votosR$ 68,8
- João Rodrigues MDBR$ 4,8 mil · 84 votosR$ 57
- Beatriz Novelli MDBR$ 4,2 mil · 156 votosR$ 27,1
- Lucimara Da Loja PVR$ 3,8 mil · 154 votosR$ 24,4
- Izinho Nunes MDBR$ 3,5 mil · 143 votosR$ 24,1
- Roberto Queque PSDBR$ 4,1 mil · 215 votosR$ 19,2
- Mara Maroca DEMR$ 4,3 mil · 242 votosR$ 17,7
- Biela MDBR$ 4,7 mil · 313 votosR$ 15,1
- Nene Paschoal DEMR$ 4,9 mil · 353 votosR$ 13,8
- Tuti Cabeleireiro MDBR$ 3,4 mil · 294 votosR$ 11,5
Votos por real
- 2012, vereador: 84 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.