Damann
José Eudes Damann · nasceu em 1972
Damann se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 48 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Damann declarou R$ 337,6 mil em bens, em reais de hoje: 4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 216,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2020.
- DamannR$ 337,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 84,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 238,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Damann declarou ao TSE R$ 8,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 7,4 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Ituporanga (SC) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Ituporanga (SC), 2020
Mediana da disputa: R$ 32,4 por voto. Quem venceu, Leandro May, gastou R$ 4,92 por voto. O voto mais caro custou R$ 218; o mais barato, R$ 4,92.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Landinha MDBR$ 28 mil · 130 votosR$ 218
- Juliana Mara MDBR$ 7,1 mil · 68 votosR$ 104
- Maria De Lurdes MDBR$ 7,1 mil · 99 votosR$ 71,5
- Olivir Nogueira MDBR$ 28 mil · 675 votosR$ 41,9
- Professora Jaque PPR$ 9,3 mil · 227 votosR$ 41,1
- Marcelo Machado PPR$ 22 mil · 659 votosR$ 33,2
- Elisangela Mafr PPR$ 3,9 mil · 121 votosR$ 32,4
- Cristina PSDBR$ 7,2 mil · 249 votosR$ 28,7
- Valmir Correia MDBR$ 12 mil · 476 votosR$ 26,1
- Daniel MDBR$ 8,3 mil · 426 votosR$ 19,4
- Angela Machado PPR$ 6,7 mil · 622 votosR$ 10,8
- Leandro May PPR$ 4,3 mil · 877 votosR$ 4,92
Votos por real
- 2016, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.