Daltim do Ônibus
Adauto Jorge Pereira · nasceu em 1975
Daltim do Ônibus disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Frei Lagonegro (MG)), pelo MOBILIZA: suplente.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 41 anos, até o fundamental, trabalhador rural, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Daltim do Ônibus declarou R$ 29,2 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Daltim do ÔnibusR$ 29,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Daltim do Ônibus declarou ao TSE R$ 4 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Frei Lagonegro (MG) · MOBILIZA · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.33257,6%
- PessoasR$ 1.61940%
- Outros candidatosR$ 972,4%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.79744,4%
- ServiçosR$ 97224%
- PessoalR$ 69617,2%
- Material impressoR$ 58314,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Frei Lagonegro (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 46,4 por voto. Quem venceu, Dé Do Zé Pequeno, gastou R$ 26,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 117; o mais barato, R$ 26,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Genin PRTBR$ 4,3 mil · 37 votosR$ 117
- Vanderlei Queijeiro PTBR$ 4,5 mil · 46 votosR$ 98,1
- Nildemar Do Lúcio Machado PTBR$ 5,1 mil · 52 votosR$ 97,3
- Dilei Da Radio PLR$ 7,4 mil · 90 votosR$ 81,9
- Sidnei SOLIDARIEDADER$ 5,2 mil · 93 votosR$ 55,7
- Edim Do Salão PTBR$ 9,3 mil · 179 votosR$ 52
- Valter Moura PLR$ 4,5 mil · 98 votosR$ 46,4
- Luiz De Almeida PRTBR$ 4,5 mil · 141 votosR$ 32,1
- Darlei PTBR$ 7,1 mil · 226 votosR$ 31,5
- Geraldo Silva PRTBR$ 5,2 mil · 169 votosR$ 31,1
- Estelito Fernandes PTBR$ 5,9 mil · 213 votosR$ 27,8
- Dé Do Zé Pequeno PTBR$ 4,6 mil · 171 votosR$ 26,7
Votos por real
- 2016, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.