Dalbino Cler
Dalbino Cler Ramos · nasceu em 1970
Dalbino Cler se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2012.
Passou por 3 partidos: PT (2004–2016), PODE (2020), PSDB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 53 anos, até o fundamental, trabalhador de construção civil, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008Vereador · Manhumirim (MG)PT 13123· centro-esquerda· na urna, Dalbino do Santa Ritasuplente251 votos
- 2004Vereador · Manhumirim (MG)PT 13123· centro-esquerda· na urna, Dalbino, Dalbino do Santa Ritaeleito161 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Dalbino Cler declarou R$ 156,5 mil em bens, em reais de hoje: 5,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 27,1 mil acima da inflação.
Declarou 5,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- Dalbino ClerR$ 156,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 5 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Casa residencialR$ 55,2 milCasa
- Lote residencial jardinsR$ 42,6 milTerreno
- Automovel chevrolet classic 2011/2012R$ 30,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Automovel gol ano 2000R$ 26,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Saldo poupança caixaR$ 1.533Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Dalbino Cler declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 12 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Manhumirim (MG) · PSDB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2024.
Quanto custou cada voto: vereador, Manhumirim (MG), 2024
Mediana da disputa: R$ 56 por voto. Quem venceu, Dr Rodrigo Soares, gastou R$ 6,19 por voto. O voto mais caro custou R$ 476; o mais barato, R$ 6,19.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Andrea Moreira MDBR$ 11 mil · 23 votosR$ 476
- Juliana Dané PPR$ 4 mil · 14 votosR$ 287
- Lídia Gomes PPR$ 9,8 mil · 92 votosR$ 107
- Alexsandro Lemos PLR$ 16 mil · 190 votosR$ 86,3
- Gisele Rodrigues PDTR$ 11 mil · 165 votosR$ 69,5
- Sargento Edgar PLR$ 11 mil · 201 votosR$ 56
- Juliana Ananias MDBR$ 11 mil · 221 votosR$ 49,5
- Matheus Fully MDBR$ 33 mil · 718 votosR$ 46
- Ademir Botelho Pé Quente REPUBLICANOSR$ 5,5 mil · 176 votosR$ 31,1
- Rosane Enfermeira PDTR$ 5 mil · 188 votosR$ 26,8
- Dr Rodrigo Soares MDBR$ 4,4 mil · 707 votosR$ 6,19
Votos por real
- 2020, vereador: 132 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 106 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 31 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 154 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.