Dai de Laranjão
Odair José dos Reis · nasceu em 1976
Dai de Laranjão se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: MDB (2012), MOBILIZA (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 39 anos, até o fundamental, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Dai de Laranjão declarou R$ 101,5 mil em bens, em reais de hoje: 3,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 95,3 mil acima da inflação.
Declarou 3,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Dai de LaranjãoR$ 101,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Dai de Laranjão declarou ao TSE R$ 702 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 486.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Glaucilândia (MG) · MOBILIZA · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Glaucilândia (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 15 por voto. Quem venceu, Eduardo De Rudinha, gastou R$ 1,89 por voto. O voto mais caro custou R$ 202; o mais barato, R$ 1,89.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Juvenal De Rio Das Pedras MOBILIZAR$ 810 · 4 votosR$ 202
- Ney Atayde DEMR$ 5,3 mil · 51 votosR$ 105
- Dr. Kleber PPR$ 1,4 mil · 20 votosR$ 71,6
- Dona Terezinha MDBR$ 648 · 23 votosR$ 28,2
- Denise Andrade PDTR$ 810 · 40 votosR$ 20,2
- Joao Bolinha MDBR$ 1,3 mil · 77 votosR$ 17,1
- Daozinho PPR$ 3,5 mil · 231 votosR$ 15
- Sargento Moacir MDBR$ 4,1 mil · 272 votosR$ 14,9
- Branco Enfermeiro PDTR$ 810 · 69 votosR$ 11,7
- Camilo Zuba PSBR$ 648 · 133 votosR$ 4,87
- Darcy De Lionel MDBR$ 648 · 153 votosR$ 4,23
- Eduardo De Rudinha PSDBR$ 648 · 342 votosR$ 1,89
Votos por real
- 2016, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.