Apuração
Deputado federal · 2022 · PSB

Dagmar Carpezani

Dagmar Carpezani Lopes · nasceu em 1961

Dagmar Carpezani se candidatou em 3 eleições, de 2018 a 2022, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPSB+0,08← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2018PTB2020PSDB2022PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PTB (2018), PSDB (2020), PSB (2022).

Dep. federalDep. estadualVereadorPartidoPTBPSDBPSB201820202022
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2022, não eleito.

Declarou ao TSE em 2022: 61 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    Deputado federal · Mato Grosso do Sul
    PSB 4040· centro-esquerda
    não eleito1.338 votos; 90º mais votado de 148 no estado
  2. 2020
    Vereador · Campo Grande (MS)
    PSDB 45444· centro-direita
    suplente
  3. 2018
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    PTB 14733· centro-direita
    suplente4.349 votos; 62º mais votado de 322 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Dagmar Carpezani teve 1.338 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 90º lugar entre 148 candidatos.

Recebeu votos em 52 cidades. Campo Grande deu 61,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,8%.

1.338 votos
votos para deputado federal em 2022
Cada quadrado é 1% de 1.338 votos.
  1. Campo Grande (MS)824 votos61,6%
  2. Aquidauana (MS)270 votos20,2%
  3. Anastácio (MS)25 votos1,9%
  4. Três Lagoas (MS)19 votos1,4%
  5. Dourados (MS)14 votos1%
  6. Outras 37 cidades97 votos7,2%
As outras 1 eleições para deputado
4.349 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 4.349 votos.
  1. Campo Grande (MS)3.500 votos80,5%
  2. Aquidauana (MS)402 votos9,2%
  3. Anastácio (MS)128 votos2,9%
  4. Jardim (MS)57 votos1,3%
  5. Dourados (MS)43 votos1%
  6. Outras 25 cidades87 votos2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2022, Dagmar Carpezani declarou R$ 447,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2018 e 2022, o total caiu R$ 87 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 447,5 mil
em bens declarados em 2022, em reais de setembro de 2026 (R$ 371.500 na declaração)

Declarou 2,1 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em Mato Grosso do Sul em 2022.

  • Dagmar CarpezaniR$ 447,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 209 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 3,3 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 447,5 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2022, do maior ao menor
  1. Casa residencial em campo grandeR$ 144,5 mil
    Casa
  2. Pajero 2014/2015R$ 132,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Terreno em campo grandeR$ 72,3 mil
    Terreno
  4. Terreno em campo grandeR$ 48,8 mil
    Terreno
  5. Casa residencial em aquidauanaR$ 42,2 mil
    Casa
  6. Terreno em aquidauanaR$ 7.227
    Terreno

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Dagmar Carpezani declarou ao TSE R$ 127 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 58 mil, 91% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2022 · Deputado federal · Mato Grosso do Sul · PSB · não eleito

De onde veio

R$ 18,8 mil
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 18,8 mil.
  1. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 12,8 mil68%
  2. Próprio bolsoR$ 6.00532%

Para onde foi

R$ 18,8 mil
O maior gasto foi com pessoal: 37% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 18,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal6 pessoas, não nomeadasR$ 6.96637,1%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Mato Grosso do Sul, 2022

Mediana da disputa: R$ 75,7 por voto. Quem venceu, Marcos Pollon, gastou R$ 10,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 783; o mais barato, R$ 10,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2022, deputado federal: 71 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2020, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 67% da mediana da disputa.
  • 2018, deputado estadual: 83 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.