Adamilton Oliveira Dada
Adamilton Oliveira da Silva · nasceu em 1974
Adamilton Oliveira Dada se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 4 partidos: MDB (2008–2012), REPUBLICANOS (2016), CIDADANIA (2020), PP (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 50 anos, ensino médio, cabeleireiro e barbeiro, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Adamilton Oliveira Dada declarou R$ 163,2 mil em bens, em reais de hoje: 6,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 75,6 mil acima da inflação.
Declarou 6,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- Adamilton Oliveira DadaR$ 163,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Imovel residencial situado em presidente olegário/mgR$ 110,5 milCasa
- Veículo fiat stradaR$ 33,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Imovel rural denominado fazenda salitreR$ 17,6 milOutros bens e direitos
- Conta corrente banco do brasilR$ 1.988Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Adamilton Oliveira Dada declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 4,8 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Presidente Olegário (MG) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.53693,7%
- Outros candidatosR$ 1643,4%
- PessoasR$ 1422,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 96253,1%
- ServiçosR$ 84946,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Presidente Olegário (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 13,5 por voto. Quem venceu, Moacir Soares, gastou R$ 7,50 por voto. O voto mais caro custou R$ 43,8; o mais barato, R$ 7,50.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Geraldo Donizetti Pacheco AVANTER$ 2,6 mil · 60 votosR$ 43,8
- Roberto Barros PVR$ 2,8 mil · 107 votosR$ 26,5
- Cesar Do Sofa AVANTER$ 5,5 mil · 219 votosR$ 25,1
- Clenia Da Saúde PVR$ 6,8 mil · 359 votosR$ 19
- Januário Eloi PVR$ 3,7 mil · 218 votosR$ 16,9
- Mirsandra AVANTER$ 6,2 mil · 452 votosR$ 13,7
- Maria Teodoro AVANTER$ 3,1 mil · 231 votosR$ 13,5
- Manoel Capelobo CIDADANIAR$ 3,1 mil · 242 votosR$ 12,9
- Reis Teles REPUBLICANOSR$ 3,2 mil · 293 votosR$ 10,9
- Marquinho Araujo AVANTER$ 3,8 mil · 364 votosR$ 10,4
- Pedro Osvando PVR$ 5,8 mil · 577 votosR$ 10,1
- Moacir Soares PVR$ 3,1 mil · 415 votosR$ 7,50
Votos por real
- 2020, vereador: 75 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2016, vereador: 346 votos por R$ 1.000, 12 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 64 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 84 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.