Da Luz
Francisco Ricardo Ramalho · nasceu em 1929
Da Luz se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 78 anos, até o fundamental, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Da Luz declarou R$ 221,1 mil em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2008.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Da Luz declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 18 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Bom Conselho (PE) · PTB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 87061,9%
- PessoasR$ 26819%
- Outros candidatosR$ 26819%
Para onde foi
- Material impressoR$ 83059%
- OutrosR$ 53538,1%
- EscritórioR$ 402,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Bom Conselho (PE), 2008
Mediana da disputa: R$ 13,6 por voto. Quem venceu, Arlan Da Barra, gastou R$ 3,05 por voto. O voto mais caro custou R$ 99,1; o mais barato, R$ 3,05.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zé Roberto PTR$ 13 mil · 135 votosR$ 99,1
- Chico Bento DCR$ 22 mil · 982 votosR$ 22,6
- Carlos Alberto PDTR$ 6,8 mil · 432 votosR$ 15,7
- Cleyton Tenorio Barros DCR$ 3,1 mil · 220 votosR$ 14,2
- Sostenens Florentino DCR$ 4,2 mil · 296 votosR$ 14,1
- Luiz Tenório PSDBR$ 8,2 mil · 596 votosR$ 13,7
- Dr Petrúcio PSDBR$ 13 mil · 982 votosR$ 13,6
- Léa Ramos PSDBR$ 10 mil · 1.114 votosR$ 9,07
- Vavá Careu PSCR$ 5,6 mil · 674 votosR$ 8,30
- Dr. Luis Carlos PTBR$ 3,2 mil · 441 votosR$ 7,22
- Luizinho Da Malharia DCR$ 6,3 mil · 1.052 votosR$ 5,99
- Arlan Da Barra PTBR$ 3,2 mil · 1.046 votosR$ 3,05
Votos por real
- 2008, vereador: 238 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.