Pastor Cunha
José Ferreira da Cunha · nasceu em 1950
Pastor Cunha se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 4 partidos: PP (2004), PSB (2008), PSD (2012), PSDB (2016), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 70 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Pastor Cunha declarou R$ 164,3 mil em bens, em reais de hoje: 5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2012.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- Pastor CunhaR$ 164,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Pastor Cunha declarou ao TSE R$ 102 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 65 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Caçapava (SP) · PSD · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 3.85668,6%
- Próprio bolsoR$ 1.76931,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.07160,7%
- RepassesR$ 64536,6%
- EscritórioR$ 482,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Caçapava (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 17,3 por voto. Quem venceu, Yan Lopes, gastou R$ 5,78 por voto. O voto mais caro custou R$ 404; o mais barato, R$ 5,78.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Shirley Japa PLR$ 38 mil · 93 votosR$ 404
- Angélica Do Depósito Fubá PPR$ 23 mil · 553 votosR$ 42
- Paulo Lanfredi DEMR$ 17 mil · 584 votosR$ 29
- Patrícia Despachante CIDADANIAR$ 6,5 mil · 349 votosR$ 18,6
- Arnaldo Neto Da Rádio PSDR$ 6,3 mil · 340 votosR$ 18,5
- Patricia Dair PSDBR$ 7,1 mil · 409 votosR$ 17,3
- Engenheiro Adilson Oliveira PSCR$ 6,5 mil · 373 votosR$ 17,3
- Reinalma Montalvão PSDR$ 5,7 mil · 356 votosR$ 16,1
- Jean Vaca PSDR$ 7,5 mil · 942 votosR$ 7,95
- Marcelo Prado DEMR$ 5,1 mil · 821 votosR$ 6,21
- Yan Lopes PSCR$ 6,2 mil · 1.076 votosR$ 5,78
Votos por real
- 2020, vereador: 197 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 59 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 7,8 votos por R$ 1.000, 15% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 74 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.