Apuração
Deputada federal · 2014 · AVANTE

Cristina Freitas

Tereza Cristina de Almeida Freitas · nasceu em 1964

Cristina Freitas disputou uma eleição, em 2014, para deputada federal (Minas Gerais), pelo AVANTE: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoAVANTE+0,25← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoAVANTE2014
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputada federal, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 50 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputada federal · Minas Gerais
    AVANTE 7026· centro-direita
    suplente376 votos; 458º mais votada de 620 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Cristina Freitas teve 376 votos para deputada federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 458º lugar entre 620 candidatos.

Recebeu votos em 56 cidades. Simão Pereira deu 31,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 85,1%.

376 votos
votos para deputada federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 376 votos.
  1. Simão Pereira (MG)117 votos31,1%
  2. Juiz de Fora (MG)89 votos23,7%
  3. São Gonçalo do Abaeté (MG)26 votos6,9%
  4. Belo Horizonte (MG)24 votos6,4%
  5. Manhuaçu (MG)15 votos4%
  6. Outras 41 cidades56 votos14,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Cristina Freitas declarou R$ 421,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 421,5 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 217.370 na declaração)

Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em Minas Gerais em 2014.

  • Cristina FreitasR$ 421,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 193,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,9 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 421,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2014, Cristina Freitas declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, em reais de hoje.

2014 · Deputada federal · Minas Gerais · AVANTE · suplente

De onde veio

R$ 20,9 mil
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 20,9 mil
O maior gasto foi com material impresso: 93% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 20,9 mil.
  1. Material impressoTudo de Eleicao 2014 Comite Financeiro Mg Unico Pt Do BR$ 19,4 mil92,7%
  2. Rádio, TV e vídeoTudo de Eleicao 2014 Comite Financeiro Mg Unico Pt Do BR$ 1.5367,3%

Quanto custou cada voto: deputada federal, Minas Gerais, 2014

Mediana da disputa: R$ 52,6 por voto. Quem venceu, Weliton Prado, gastou R$ 20,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 388; o mais barato, R$ 20,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputada federal: 18 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.