Cristina do Romero
Maria Cristina Machado da Silva · nasceu em 1965
Cristina do Romero se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PP (2004–2008), PSDB (2012), PP (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 51 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Cristina do Romero declarou R$ 396,6 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2012.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Cristina do Romero declarou ao TSE R$ 9,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 3,6 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Rio das Flores (RJ) · PP · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.24488,5%
- PessoasR$ 16211,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.24488,5%
- ServiçosR$ 16211,5%
Quanto custou cada voto: vereadora, Rio das Flores (RJ), 2016
Mediana da disputa: R$ 45,4 por voto. Quem venceu, Zé Pré, gastou R$ 21,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 68,5; o mais barato, R$ 21,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jamaica CIDADANIAR$ 5,8 mil · 85 votosR$ 68,5
- Marlene Faria SOLIDARIEDADER$ 6 mil · 91 votosR$ 66,3
- Pedro Paulo PPR$ 5,3 mil · 89 votosR$ 59,7
- Phillipe Do Bar CIDADANIAR$ 20 mil · 395 votosR$ 50,3
- Solange DEMR$ 8,9 mil · 180 votosR$ 49,5
- Lulu Forlan PPR$ 9 mil · 198 votosR$ 45,5
- Leandro Do Moacyr SOLIDARIEDADER$ 8,6 mil · 189 votosR$ 45,4
- Rafael Teodoro REPUBLICANOSR$ 10 mil · 245 votosR$ 42
- Cibalena MDBR$ 16 mil · 434 votosR$ 36,8
- Rodrigo Sonera MDBR$ 16 mil · 550 votosR$ 29,7
- Diogo Brites PPR$ 9,4 mil · 331 votosR$ 28,4
- Zé Pré PSDR$ 5,4 mil · 247 votosR$ 21,9
Votos por real
- 2016, vereadora: 26 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 29 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 134 votos por R$ 1.000, 4,7 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 40 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.