Apuração
Vereador · 2008 · PDT

Cristiano Lisaki

nasceu em 1986

Cristiano Lisaki disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Iraí (RS)), pelo PDT: eleito.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPDT2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 22 anos, ensino médio, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Iraí (RS)
    PDT 12123· centro-esquerda
    eleito247 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Cristiano Lisaki declarou R$ 237,3 mil em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 237,3 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 88.000 na declaração)

Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.

  • Cristiano LisakiR$ 237,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 237,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Cristiano Lisaki declarou ao TSE R$ 3,1 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Iraí (RS) · PDT · eleito

De onde veio

R$ 3.135
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.135.
  1. Próprio bolsoR$ 1.68953,9%
  2. PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 1.44646,1%

Para onde foi

R$ 3.135
O maior gasto foi com outros: 46% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.135.
  1. OutrosTudo de Baixa De Recursos Estimáveis Em Dinheiro Proveniente Do Cpf/Cnpj 10200773000175R$ 1.44646,1%
  2. TransporteTudo de D C Hermes Coml De Comb LtdaR$ 1.15436,8%
  3. Material impressoR$ 2688,5%
  4. Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 2688,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Iraí (RS), 2008

Mediana da disputa: R$ 27,5 por voto. Quem venceu, Carlinhos Bertin, gastou R$ 15,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 118; o mais barato, R$ 15,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Valter MDBR$ 4,1 mil · 35 votosR$ 118
  • Adelmo PDTR$ 3,7 mil · 40 votosR$ 93,5
  • Tonho Zanato PDTR$ 9,5 mil · 225 votosR$ 42,1
  • Carlao PDTR$ 5,5 mil · 142 votosR$ 38,7
  • Gringo MDBR$ 4 mil · 121 votosR$ 33,2
  • Mario Bueno PSDBR$ 3,4 mil · 114 votosR$ 29,6
  • Tonhao MDBR$ 8,5 mil · 308 votosR$ 27,5
  • Ledo PPR$ 5,1 mil · 222 votosR$ 22,9
  • Maristela PPR$ 3,4 mil · 162 votosR$ 20,8
  • Professora Noca PTR$ 3,9 mil · 216 votosR$ 18
  • Gilson Conzatti MDBR$ 5,6 mil · 359 votosR$ 15,5
  • Carlinhos Bertin PTR$ 3,5 mil · 227 votosR$ 15,3

Votos por real

  • 2008, vereador: 79 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.