Apuração
Vereador · 2024 · PSD

Cristiano de Louro

Cristiano Alves dos Santos · nasceu em 1977

Cristiano de Louro se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 3.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,42← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSC2008PSC2012PP2016PSDB2020PSDB2024PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012, 2020 e 2024.

Passou por 4 partidos: PSC (2004–2008), PP (2012), PSDB (2016–2020), PSD (2024).

VereadorPartidoPSCPPPSDBPSD’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 47 anos, ensino médio, vereador, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereador · Cachoeira (BA)
    PSD 55123· centro-direita
    eleito481 votos
  2. 2020
    Vereador · Cachoeira (BA)
    PSDB 45555· centro-direita· na urna, Cristiano de Louro Pai Vei
    eleito484 votos
  3. 2016
    Vereador · Cachoeira (BA)
    PSDB 45555· centro-direita· na urna, Cristiano de Louro Pai Vei
    suplente511 votos
  4. 2012
    Vereador · Cachoeira (BA)
    PP 11111· direita· na urna, Cristiano de Louro Pai Vei
    eleito950 votos
  5. 2008
    Vereador · Cachoeira (BA)
    PSC 20000· direita
    suplente493 votos
  6. 2004
    Vereador · Cachoeira (BA)
    PSC 20000· direita
    suplente420 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Cristiano de Louro declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 7,5 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Cachoeira (BA) · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 4.777
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.777.
  1. PessoasR$ 4.37291,5%
  2. Próprio bolsoR$ 4058,5%

Para onde foi

R$ 4.777
O maior gasto foi com material impresso: 54% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.777.
  1. Material impressoR$ 2.59154,2%
  2. OutrosR$ 1.29527,1%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 48610,2%
  4. ServiçosR$ 4058,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Cachoeira (BA), 2016

Mediana da disputa: R$ 15,3 por voto. Quem venceu, Dum Desing, gastou R$ 6,97 por voto. O voto mais caro custou R$ 36,3; o mais barato, R$ 6,97.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 107 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 313 votos por R$ 1.000, 6,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 66 votos por R$ 1.000, 85% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.