Cris Brasil
Cristiana Aparecida Locatelli Escobar · nasceu em 1975
Cris Brasil se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleita em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSB (2012), MDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 40 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Cris Brasil declarou R$ 468,7 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 118,1 mil acima da inflação.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2016.
- Cris BrasilR$ 468,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 42,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 170,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Cris Brasil declarou ao TSE R$ 1,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 736.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Juranda (PR) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 32259,6%
- ServiçosR$ 21940,4%
Quanto custou cada voto: vereadora, Juranda (PR), 2016
Mediana da disputa: R$ 65,1 por voto. Quem venceu, Diogo Senko Verli, gastou R$ 17,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 317; o mais barato, R$ 17,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Toinho Do Ônibus PVR$ 12 mil · 37 votosR$ 317
- Zé Peba PTBR$ 11 mil · 69 votosR$ 154
- Braizinho PVR$ 13 mil · 87 votosR$ 147
- Mariano Mazur PVR$ 14 mil · 111 votosR$ 130
- Molina PTR$ 14 mil · 175 votosR$ 79,3
- Elias PROSR$ 14 mil · 192 votosR$ 70,5
- Claudia Bitencurtt PTBR$ 14 mil · 213 votosR$ 65,1
- Bolinha PSDBR$ 14 mil · 231 votosR$ 62,2
- Paulão Da Saúde PLR$ 14 mil · 290 votosR$ 48,1
- Nenê Hernandes MDBR$ 11 mil · 239 votosR$ 44,6
- Olacir Fedosi PTBR$ 15 mil · 346 votosR$ 44,4
- Diogo Senko Verli PVR$ 11 mil · 622 votosR$ 17,1
Votos por real
- 2016, vereadora: 56 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 215 votos por R$ 1.000, 8,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.