Cris
Christian de La Fuente · nasceu em 1959
Cris se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2004–2012), PDT (2016), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 61 anos, superior completo, pedagogo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Cris declarou R$ 210,2 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 104,8 mil acima da inflação.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- CrisR$ 210,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 8 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Chevrolet onixR$ 77,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Em nome da conjugeR$ 66,9 milCaderneta de poupança
- Suzuki JTA DL650R$ 33 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Honda XRE300 -2013 Placa FSV-7240R$ 14,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 50% de prédio comercialR$ 7.837Outros bens imóveis
- Balneario São MartinhoR$ 7.182Terreno
- Balneario Monte CarloR$ 3.488Construção
- SantanderR$ 90Renda fixa (CDB, RDB e outros)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Cris declarou ao TSE R$ 57 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 20 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Ilha Comprida (SP) · PSDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.37360,7%
- PessoasR$ 2.83039,3%
Para onde foi
- PessoalR$ 2.12351,6%
- Material impressoR$ 1.69841,3%
- TransporteR$ 2526,1%
- EscritórioR$ 380,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Ilha Comprida (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 41,3 por voto. Quem venceu, Ivan Heleno, gastou R$ 22,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.180; o mais barato, R$ 22,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Samira Sanches Da Refrigel DEMR$ 35 mil · 30 votosR$ 1.180
- Carla De Pedrinhas DEMR$ 35 mil · 129 votosR$ 269
- Marcia Do Araça DEMR$ 36 mil · 161 votosR$ 221
- Andressa Ceroni PLR$ 31 mil · 296 votosR$ 103
- Carol Luz PODER$ 7,3 mil · 94 votosR$ 77,5
- Prof Digão PSBR$ 6,2 mil · 91 votosR$ 68
- Mozart Silvestre PSDBR$ 11 mil · 266 votosR$ 41,3
- Fabiano Pereira PSDBR$ 8,7 mil · 268 votosR$ 32,4
- Mig PTBR$ 7,4 mil · 239 votosR$ 30,9
- Adolfo PTBR$ 7,4 mil · 294 votosR$ 25,1
- Eder Construtor DEMR$ 7 mil · 279 votosR$ 25
- Ivan Heleno PSBR$ 6,1 mil · 268 votosR$ 22,8
Votos por real
- 2020, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 5,1 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 5,2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.