Apuração
Vereador · 2008 · PDT

Cridim da Toca

Deoclides Pereira Filho · nasceu em 1949

Cridim da Toca disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Brasilândia (MS)), pelo PDT: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPDT2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 59 anos, até o fundamental, pecuarista. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Brasilândia (MS)
    PDT 12123· centro-esquerda
    suplente153 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Cridim da Toca declarou R$ 1,4 mi em bens, em reais de hoje: 25 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul.

R$ 1,4 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 506.204 na declaração)

Declarou 25 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2008.

  • Cridim da TocaR$ 1,4 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 149 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,4 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Disponibilidade financeira da atividade ruralR$ 1,1 mi
    Bens rurais e animais
  2. Capital social da firma individualR$ 215,7 mil
    Empresas e participações
  3. 01 Veiculo automotor F.1000R$ 53,9 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  4. Bradesco capitalização S/A agencia de tres lagaos MSR$ 15,2 mil
    Dinheiro e aplicações
  5. Ourocap milionario banco do brasil agencia de brasilandia…R$ 9.227
    Dinheiro e aplicações
  6. Poupança ouro banco do brasilR$ 4.654
    Dinheiro e aplicações
  7. Uma linha telefonica adquirida em 1997R$ 2.966
    Outros

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Cridim da Toca declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Brasilândia (MS) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 11,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 11,4 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 10,4 mil91,3%
  2. Outros candidatosR$ 9858,7%

Para onde foi

R$ 11,4 mil
O maior gasto foi com outros: 56% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 11,4 mil.
  1. OutrosR$ 6.34055,8%
  2. TransporteR$ 3.82933,7%
  3. PessoalR$ 1.1119,8%
  4. EscritórioR$ 800,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Brasilândia (MS), 2008

Mediana da disputa: R$ 144 por voto. Quem venceu, Jorge Madeira, gastou R$ 47,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 412; o mais barato, R$ 47,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.