Costa
Raimundo Costa Silva · nasceu em 1956
Costa se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 55 anos, até o fundamental, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · MaranhãoPP 11111· direita· na urna, Raimundo Costasuplente7.226 votos; 95º mais votado de 417 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Costa teve 7.226 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 95º lugar entre 417 candidatos.
Recebeu votos em 158 cidades. Imperatriz deu 62,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 88,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Costa declarou R$ 414,1 mil em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 52,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2012.
- CostaR$ 414,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 39,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 120,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Costa declarou ao TSE R$ 172 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 73 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Imperatriz (MA) · PP · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 16,7 mil61,5%
- Outros candidatosR$ 10,4 mil38,5%
Para onde foi
- TransporteR$ 16,1 mil59,5%
- Material impressoR$ 5.41119,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 5.34819,7%
- EscritórioR$ 2300,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Imperatriz (MA), 2012
Mediana da disputa: R$ 49,9 por voto. Quem venceu, Professor Marco Aurélio, gastou R$ 17,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 319; o mais barato, R$ 17,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Pr. Alex PLR$ 337 mil · 1.059 votosR$ 319
- Maristeia Noleto REPUBLICANOSR$ 142 mil · 778 votosR$ 182
- Renato Fernandes PDTR$ 66 mil · 445 votosR$ 148
- Macedo DEMR$ 62 mil · 831 votosR$ 74,4
- Fidelis Uchoa REPUBLICANOSR$ 81 mil · 1.329 votosR$ 61,1
- Valdinar Barros PTR$ 68 mil · 1.206 votosR$ 56,8
- Pedro Gomes MDBR$ 71 mil · 1.429 votosR$ 49,9
- Chiquim Da Diferro PLR$ 97 mil · 2.187 votosR$ 44,2
- Roma PSLR$ 93 mil · 3.038 votosR$ 30,8
- Esmerahdson PSDBR$ 70 mil · 2.533 votosR$ 27,7
- Hamilton Miranda PSDR$ 70 mil · 2.619 votosR$ 26,7
- Professor Marco Aurélio PC do BR$ 61 mil · 3.453 votosR$ 17,7
Votos por real
- 2012, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 80 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 60 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 98 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.