Apuração
Deputado federal · 2010 · AVANTE

Coronel Santana

Antonio Jorge Ribeiro de Santana · nasceu em 1952

Coronel Santana disputou uma eleição, em 2010, para deputado federal (Bahia), pelo AVANTE: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoAVANTE+0,23← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoAVANTE2010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 58 anos, superior completo, policial militar. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado federal · Bahia
    AVANTE 7007· centro-direita
    suplente11.284 votos; 81º mais votado de 243 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Coronel Santana teve 11.284 votos para deputado federal, 0,2% dos votos válidos do estado: 81º lugar entre 243 candidatos.

Recebeu votos em 201 cidades. Salvador deu 30,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 85,4%.

11.284 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 11.284 votos.
  1. Salvador (BA)3.440 votos30,5%
  2. Ilhéus (BA)2.347 votos20,8%
  3. Candeias (BA)1.775 votos15,7%
  4. Itabuna (BA)305 votos2,7%
  5. Eunápolis (BA)291 votos2,6%
  6. Outras 186 cidades1.652 votos14,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Coronel Santana declarou R$ 176,3 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 176,3 mil
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 71.295 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado federal na Bahia em 2010.

  • Coronel SantanaR$ 176,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 197,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,1 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 176,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2010, Coronel Santana declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, em reais de hoje.

2010 · Deputado federal · Bahia · AVANTE · suplente

De onde veio

R$ 18,5 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 18,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 14,4 mil78,2%
  2. Outros candidatosR$ 4982,7%

Para onde foi

R$ 18,5 mil
O maior gasto foi com outros: 61% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 18,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoTudo de Kiko Brindes LtdaR$ 7.08638,4%
  2. EscritórioR$ 220,1%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Bahia, 2010

Mediana da disputa: R$ 20,5 por voto. Quem venceu, Afonso, gastou R$ 10,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 93; o mais barato, R$ 10,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado federal: 611 votos por R$ 1.000, 6,7 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.