Apuração
Deputado estadual · 2022 · PL

Coronel Salema

Fernando Salema Garção Ribeiro · nasceu em 1963

Coronel Salema se candidatou em 2 eleições, de 2018 a 2022, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,70← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2018PSL2022PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2018.

Passou por 2 partidos: PSL (2018), PL (2022).

Dep. estadualPartidoPSLPL201820202022
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2022, suplente.

Declarou ao TSE em 2022: 59 anos, superior completo, deputado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PL 22500· direita
    suplente19.938 votos; 107º mais votado de 1.561 no estado
  2. 2018
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PSL 17500· direita
    eleito99.459 votos; 5º mais votado de 2.242 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Coronel Salema teve 19.938 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 107º lugar entre 1.561 candidatos.

Recebeu votos em 90 cidades. Rio de Janeiro deu 27,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,9%.

19.938 votos
votos para deputado estadual em 2022
Cada quadrado é 1% de 19.938 votos.
  1. Rio de Janeiro (RJ)5.569 votos27,9%
  2. Niterói (RJ)5.203 votos26,1%
  3. São Gonçalo (RJ)4.493 votos22,5%
  4. Maricá (RJ)655 votos3,3%
  5. Itaboraí (RJ)416 votos2,1%
  6. Outras 75 cidades2.011 votos10,1%
As outras 1 eleições para deputado
99.459 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 99.459 votos.
  1. São Gonçalo (RJ)29.944 votos30,1%
  2. Rio de Janeiro (RJ)26.384 votos26,5%
  3. Niterói (RJ)15.893 votos16%
  4. Itaboraí (RJ)4.223 votos4,2%
  5. Duque de Caxias (RJ)1.947 votos2%
  6. Outras 77 cidades10.679 votos10,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2022, Coronel Salema declarou R$ 636,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2018 e 2022, o total caiu R$ 420,6 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 636,8 mil
em bens declarados em 2022, em reais de setembro de 2026 (R$ 528.669 na declaração)

Mais da metade (52%) dos candidatos a deputado estadual no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2022.

Cada quadrado é 1% de R$ 636,8 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2022, do maior ao menor
  1. APARTAMENTO NiteróiR$ 301,1 mil
    Apartamento
  2. A1 hedge selecaoR$ 77,7 mil
    Outros bens e direitos
  3. Fundo de investimentoR$ 68,3 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  4. Aero willis 1962R$ 60,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Um lote de terreno no condominioR$ 36,1 mil
    Terreno
  6. Triumph tiger 2013R$ 36,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. Poupanca itauR$ 28,8 mil
    Caderneta de poupança
  8. Yamaha nmaxR$ 15,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  9. bradescoR$ 12,8 mil
    Caderneta de poupança

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Coronel Salema declarou ao TSE R$ 206 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputado estadual: R$ 124 mil, 97% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2022 · Deputado estadual · Rio de Janeiro · PL · suplente

De onde veio

R$ 123,6 mil
97% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 123,6 mil.
  1. Fundo partidárioTudo de Partido Liberal (Pl)R$ 120,1 mil97,2%
  2. VaquinhaR$ 2.5562,1%
  3. Outros candidatosR$ 9310,8%

Para onde foi

R$ 123,6 mil
O maior gasto foi com material impresso: 40% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 123,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 7.2785,9%
  2. EscritórioR$ 2070,2%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio de Janeiro, 2022

Mediana da disputa: R$ 24,1 por voto. Quem venceu, Douglas Ruas, gastou R$ 6,55 por voto. O voto mais caro custou R$ 515; o mais barato, R$ 6,55.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2022, deputado estadual: 161 votos por R$ 1.000, 4,6 vezes a mediana da disputa.
  • 2018, deputado estadual: 1.728 votos por R$ 1.000, 20 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.