Apuração
Deputado estadual · 2018 · DEM

Coronel Prettz

Fernando Luis Brum Prettz · nasceu em 1963

Coronel Prettz se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2018, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,50← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PT2018DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PT (2002), DEM (2018).

Dep. federalDep. estadualPartidoPTDEM’02’04’06’08’10’12’14’16’18
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 55 anos, superior completo, militar reformado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Rondônia
    DEM 25555· direita
    suplente3.243 votos; 66º mais votado de 343 no estado
  2. 2002
    Deputado federal · Rondônia
    PT 1300· centro-esquerda
    suplente8.366 votos; 23º mais votado de 104 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Coronel Prettz teve 3.243 votos para deputado estadual, 0,4% dos votos válidos do estado: 66º lugar entre 343 candidatos.

Recebeu votos em 51 cidades. Porto Velho deu 45,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,4%.

3.243 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 3.243 votos.
  1. Porto Velho (RO)1.483 votos45,7%
  2. Pimenta Bueno (RO)342 votos10,5%
  3. Ji-Paraná (RO)333 votos10,3%
  4. Vilhena (RO)276 votos8,5%
  5. Ariquemes (RO)167 votos5,1%
  6. Outras 36 cidades213 votos6,6%
As outras 1 eleições para deputado
8.366 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 8.366 votos.
  1. Ji-Paraná (RO)6.201 votos74,1%
  2. Presidente Médici (RO)292 votos3,5%
  3. São Miguel do Guaporé (RO)201 votos2,4%
  4. Teixeirópolis (RO)172 votos2,1%
  5. Ariquemes (RO)160 votos1,9%
  6. Outras 32 cidades336 votos4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Coronel Prettz declarou R$ 1,6 mi em bens, em reais de hoje: 16 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Rondônia.

R$ 1,6 mi
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.039.975 na declaração)

Declarou 16 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Rondônia em 2018.

  • Coronel PrettzR$ 1,6 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 96,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 488,4 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,6 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. Apartamento res. solar portinari-ed. tomaso apto. 601R$ 821,2 mil
    Apartamento
  2. Benfeitoria realizada no apto 601R$ 310 mil
    Benfeitorias
  3. Conta em cardeneta de poupançdo brasila no 46.123-7 ag…R$ 266,6 mil
    Outros fundos
  4. Veículo da marca CHEVROLET/S10 ltz DD4AR$ 164,4 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Barco utilitario flsh 600R$ 20,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Saldo em conta correnteR$ 96
    Outros fundos

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Coronel Prettz declarou ao TSE R$ 615 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 557 mil, 5,7% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Rondônia · DEM · suplente

De onde veio

R$ 556,9 mil
5,7% veio de fundos públicos; 82 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 556,9 mil.
  1. Pessoas82 pessoas, não nomeadasR$ 377,9 mil67,9%
  2. Próprio bolsoR$ 135,1 mil24,3%
  3. Outros candidatosR$ 24,1 mil4,3%
  4. VaquinhaR$ 12,2 mil2,2%
  5. Fundo partidárioR$ 7.5401,4%

Para onde foi

R$ 215,4 mil
O maior gasto foi com material impresso: 38% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 215,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal65 pessoas, não nomeadasR$ 60,9 mil28,3%
  2. ServiçosR$ 3.7701,8%
  3. OutrosR$ 5280,2%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rondônia, 2018

Mediana da disputa: R$ 48,4 por voto. Quem venceu, Lazinho Da Fetagro, gastou R$ 20,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 726; o mais barato, R$ 20,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 4 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 15 votos por R$ 1.000, 45% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 144 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.