Coronel Lourival
Lourival de Souza · nasceu em 1948
Coronel Lourival se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 60 anos, superior completo, militar reformado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 20062º suplente de senador · Santa CatarinaPP 432· direitaNa chapa de Gerson Bassochapa não eleita258.481 votos da chapa
- 2004Vice-prefeito · Joinville (SC)PP 11· direitaNa chapa de Kennedy Nuneschapa não eleita44.413 votos da chapa, 17,1%
- 2002Deputado estadual · Santa CatarinaPP 11300· direitasuplente3.977 votos; 138º mais votado de 293 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Coronel Lourival teve 3.977 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 138º lugar entre 293 candidatos.
Recebeu votos em 124 cidades. Joinville deu 24,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 77,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Coronel Lourival declarou R$ 399,1 mil em bens, em reais de hoje: 2,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2006 e 2008, o total caiu R$ 42,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2008.
- Coronel LourivalR$ 399,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 148,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 229,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Coronel Lourival declarou ao TSE R$ 93 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 88 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Joinville (SC) · PP · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Joinville (SC), 2008
Mediana da disputa: R$ 47,3 por voto. Quem venceu, Mauricio Peixer, gastou R$ 27,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 258; o mais barato, R$ 27,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rodrigo Thomazi PPR$ 484 mil · 1.874 votosR$ 258
- Ademir Machado MDBR$ 215 mil · 2.139 votosR$ 101
- Bini PSDBR$ 207 mil · 2.412 votosR$ 85,8
- José Cardozinho CIDADANIAR$ 214 mil · 2.575 votosR$ 83
- Lauro Kalfels PSDBR$ 278 mil · 4.240 votosR$ 65,7
- Jucelio Girardi MDBR$ 194 mil · 3.888 votosR$ 50
- Professor Cristo DEMR$ 243 mil · 5.133 votosR$ 47,3
- Valverde DEMR$ 169 mil · 3.615 votosR$ 46,8
- Tânia Eberhardt MDBR$ 190 mil · 4.086 votosR$ 46,4
- Marquinhos PTR$ 215 mil · 5.135 votosR$ 41,9
- Odir Nunes DEMR$ 166 mil · 4.664 votosR$ 35,5
- Mauricio Peixer PSDBR$ 149 mil · 5.368 votosR$ 27,7
Votos por real
- 2008, vereador: 85 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 45 votos por R$ 1.000, 45% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.