Apuração
Prefeito · 2012 · PDT

Coronel Dellajustina

Paulo Dellajustina · nasceu em 1950

Coronel Dellajustina se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPDT+0,30← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2008DEM2012PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: DEM (2004–2008), PDT (2012).

PrefeitoVereadorPartidoDEMPDT20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, não eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 62 anos, superior completo, militar reformado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Prefeito · Lages (SC)
    PDT 12· centro-esquerda
    não eleito0 votos, 0,0%
  2. 2008
    Vereador · Lages (SC)
    DEM 25235· direita
    suplente
  3. 2004
    Vereador · Lages (SC)
    DEM 25235· direita
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Coronel Dellajustina declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 1,2 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,3 mi
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 594.000 na declaração)

Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Santa Catarina em 2012.

  • Coronel DellajustinaR$ 1,3 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 645,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 686,4 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,3 mi. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Coronel Dellajustina declarou ao TSE R$ 72 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 49 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Lages (SC) · DEM · suplente

De onde veio

R$ 48,9 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 48,9 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 32 mil65,5%
  2. PartidoR$ 11,6 mil23,8%
  3. PessoasR$ 4.95310,1%
  4. Outros candidatosR$ 2680,5%

Para onde foi

R$ 48,8 mil
O maior gasto foi com material impresso: 45% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 48,8 mil.
  1. Material impressoR$ 21,8 mil44,7%
  2. OutrosR$ 19,5 mil40%
  3. EscritórioR$ 4.4369,1%
  4. TransporteR$ 3.0426,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Lages (SC), 2008

Mediana da disputa: R$ 38,3 por voto. Quem venceu, Luiz Amorim, gastou R$ 22,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 216; o mais barato, R$ 22,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Brequinho PSDBR$ 51 mil · 237 votosR$ 216
  • Pastor Adayr Mendes DEMR$ 54 mil · 447 votosR$ 121
  • Mayra Ceron DEMR$ 97 mil · 1.322 votosR$ 73
  • Kiko Ranzolin PPR$ 79 mil · 1.597 votosR$ 49,5
  • Pastor Marcus DEMR$ 53 mil · 1.284 votosR$ 41,1
  • Eloi Bassin PPR$ 102 mil · 2.607 votosR$ 39,1
  • Rodrigo Silva DEMR$ 60 mil · 1.570 votosR$ 38,3
  • Toni Duarte CIDADANIAR$ 83 mil · 2.259 votosR$ 36,6
  • Dr Edson Subtil MDBR$ 55 mil · 1.515 votosR$ 36,4
  • Sirlei Bordin PPR$ 55 mil · 1.838 votosR$ 29,7
  • Gean Vargas CIDADANIAR$ 56 mil · 2.078 votosR$ 26,9
  • Luiz Amorim PPR$ 68 mil · 2.976 votosR$ 22,7

Votos por real

  • 2008, vereador: 5,3 votos por R$ 1.000, 14% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.