Apuração
Prefeito · 2008 · MDB

Cornélio

Cornélio Galdino de Paiva · nasceu em 1943

Cornélio se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2008.

Sempre pelo MDB.

PrefeitoPartidoMDB200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 65 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público). O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    MDB 15· centro
    eleito1.531 votos, 53,9%
  2. 2004
    MDB 15· centro· na urna, Cornélio Galdino de Paiva
    não eleito1.379 votos, 49,9%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Cornélio declarou R$ 1,8 mi em bens, em reais de hoje: 3,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 1,8 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 675.000 na declaração)

Declarou 3,7 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2008.

  • CornélioR$ 1,8 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 485,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 539,3 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,8 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Fazendas monjolo e limoeiroR$ 593,2 mil
    Outros
  2. TerrenoR$ 458,4 mil
    Imóveis
  3. Sítio mouraR$ 323,6 mil
    Bens rurais e animais
  4. TerrenoR$ 188,7 mil
    Imóveis
  5. CasaR$ 134,8 mil
    Imóveis
  6. GadoR$ 80,9 mil
    Bens rurais e animais
  7. Carro golR$ 40,4 mil
    Veículos, barcos e aeronaves

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Cornélio declarou ao TSE R$ 63 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 40 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Prefeito · Conceição da Barra de Minas (MG) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 22,9 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 22 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 22,9 mil.
  1. Pessoas22 pessoas, não nomeadasR$ 18,3 mil80,1%
  2. Próprio bolsoR$ 4.55219,9%

Para onde foi

R$ 22,9 mil
O maior gasto foi com outros: 47% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 22,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Outros21 pessoas, não nomeadasR$ 10,6 mil46,5%
  2. TransporteTudo de Posto Nossa Senhora Da Conceição Da Barra De Minas LtdaR$ 5.11922,4%
  3. Rádio, TV e vídeo2 pessoas, não nomeadasR$ 1.8748,2%
  4. EscritórioR$ 2030,9%

Quanto custou cada voto: prefeito, Conceição da Barra de Minas (MG), 2008

Cornélio: R$ 14,9 por voto (mediana da disputa, R$ 14,9).

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Juju PSDBR$ 77 mil · 1.307 votosR$ 59,3
  • Cornélio MDBR$ 23 mil · 1.531 votosR$ 14,9

Votos por real

  • 2008, prefeito: 67 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 35 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.