Apuração
Deputado federal · 2010 · PSDB

Coriolano Sales (cori)

Coriolano Sousa Sales · nasceu em 1943

Coriolano Sales (cori) se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2010, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,42← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002MDB2004DEM2006DEM2010PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado federal, em 2002.

Passou por 3 partidos: MDB (2002), DEM (2004–2006), PSDB (2010).

Dep. federalPrefeitoPartidoMDBDEMPSDB20022004200620082010
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 67 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado federal · Bahia
    PSDB 4578· centro-direita
    suplente4.945 votos; 99º mais votado de 243 no estado
  2. 2006
    Deputado federal · Bahia
    DEM 2567· direita· na urna, Coriolano Sales
    candidatura não chegou à urna
  3. 2004
    DEM 25· direita· na urna, Coriolano Sales
    não eleito56.732 votos, 44,3%
  4. 2002
    Deputado federal · Bahia
    MDB 1515· centro· na urna, Coriolano Sales
    eleito56.041 votos; 35º mais votado de 133 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Coriolano Sales (cori) teve 4.945 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 99º lugar entre 243 candidatos.

Recebeu votos em 152 cidades. Vitória da Conquista deu 70,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,0%.

4.945 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 4.945 votos.
  1. Vitória da Conquista (BA)3.483 votos70,4%
  2. Cândido Sales (BA)230 votos4,7%
  3. Barra do Choça (BA)198 votos4%
  4. Belo Campo (BA)136 votos2,8%
  5. Salvador (BA)128 votos2,6%
  6. Outras 137 cidades346 votos7%
As outras 1 eleições para deputado
56.041 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 56.041 votos.
  1. Vitória da Conquista (BA)28.701 votos51,2%
  2. Condeúba (BA)2.452 votos4,4%
  3. Presidente Jânio Quadros (BA)1.850 votos3,3%
  4. Jacaraci (BA)1.765 votos3,1%
  5. Barra do Choça (BA)1.474 votos2,6%
  6. Outras 344 cidades9.650 votos17,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Coriolano Sales (cori) declarou R$ 2 mi em bens, em reais de hoje: 9,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2006 e 2010, o total subiu R$ 1,3 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 2 mi
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 789.910 na declaração)

Declarou 9,9 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal na Bahia em 2010.

  • Coriolano Sales (cori)R$ 2 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 197,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,1 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 2 mi. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Coriolano Sales (cori) declarou ao TSE R$ 3,3 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 2,2 milhões.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2010 · Deputado federal · Bahia · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 162 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 162 mil.
  1. PartidoTudo de Comitê Financeiro ÚnicoR$ 122,2 mil75,4%
  2. Próprio bolsoR$ 34,2 mil21,1%
  3. EmpresasR$ 3.1762%
  4. PessoasR$ 2.4431,5%

Para onde foi

R$ 162 mil
O maior gasto foi com pessoal: 58% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 162 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal57 pessoas, não nomeadasR$ 93,7 mil57,8%
  2. EscritórioR$ 7.8194,8%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 7.3304,5%
  4. TransporteR$ 5.5493,4%
  5. OutrosR$ 3.1762%
  6. ServiçosR$ 1.2220,8%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Bahia, 2010

Mediana da disputa: R$ 20,5 por voto. Quem venceu, Afonso, gastou R$ 10,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 93; o mais barato, R$ 10,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado federal: 31 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 29 votos por R$ 1.000.
  • 2002, deputado federal: 59 votos por R$ 1.000, 30% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.