Conrado Mendes
Conrado dos Santos Mendes · nasceu em 1989
Conrado Mendes se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: DEM (2008), PSD (2012), REPUBLICANOS (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 31 anos, superior completo, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Conrado Mendes declarou R$ 7.182 em bens, em reais de hoje.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Espírito Santo em 2020.
- Conrado MendesR$ 7.182
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 68,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Conrado Mendes declarou ao TSE R$ 36 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 27 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Pedro Canário (ES) · REPUBLICANOS · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 5.36492%
- Próprio bolsoR$ 4678%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Pedro Canário (ES), 2020
Mediana da disputa: R$ 57,9 por voto. Quem venceu, Denis Amâncio, gastou R$ 20,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 255; o mais barato, R$ 20,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Kissila DEMR$ 13 mil · 50 votosR$ 255
- Renato Taquaras PVR$ 34 mil · 284 votosR$ 120
- Valdo Tavares REPUBLICANOSR$ 16 mil · 167 votosR$ 98,4
- G Plac PVR$ 17 mil · 177 votosR$ 95,4
- Gileno DEMR$ 24 mil · 292 votosR$ 82,5
- Doza PVR$ 11 mil · 143 votosR$ 78,5
- Wanderson Santos PVR$ 21 mil · 371 votosR$ 57,9
- Sirlande REPUBLICANOSR$ 25 mil · 514 votosR$ 48,6
- Ana Kesia PSBR$ 13 mil · 282 votosR$ 46
- Rogério Moura REPUBLICANOSR$ 14 mil · 368 votosR$ 37,6
- João Amorim PSBR$ 11 mil · 320 votosR$ 35,2
- Denis Amâncio PSDBR$ 11 mil · 536 votosR$ 20,7
Votos por real
- 2020, vereador: 357 votos por R$ 1.000, 20 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 90 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.