Coletivo Popular e Rafa Max
Rafael Maximino dos Santos · nasceu em 1989
Coletivo Popular e Rafa Max se candidatou em 2 eleições, de 2018 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PT (2018), PSB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 31 anos, superior completo, servidor público municipal, cor preta. A cor declarada mudou: branca em 2018, preta em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado estadual · ParaíbaPT 13111· esquerda· na urna, Rafa Maxsuplente578 votos; 174º mais votado de 366 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Coletivo Popular e Rafa Max teve 578 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 174º lugar entre 366 candidatos.
Recebeu votos em 80 cidades. João Pessoa deu 46,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 78,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Coletivo Popular e Rafa Max declarou R$ 168,1 mil em bens, em reais de hoje: 58 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba. Entre 2018 e 2020, o total caiu R$ 10 mil, já descontada a inflação.
Declarou 58 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2020.
- Coletivo Popular e Rafa MaxR$ 168,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 2.873
- Mediana dos eleitosR$ 40,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Coletivo Popular e Rafa Max declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 19 mil, 68% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · João Pessoa (PB) · PSB · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.48672,7%
- Outros candidatosR$ 55927,3%
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
As contas de 2020 ainda não são finais: o TSE segue recebendo as prestações de contas.
Quanto custou cada voto: vereador, João Pessoa (PB), 2020
Mediana da disputa: R$ 64,5 por voto. Quem venceu, Damasio Franca Neto, gastou R$ 23,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 962; o mais barato, R$ 23,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dra Clotilde PSLR$ 141 mil · 147 votosR$ 962
- Professora Raquel PSLR$ 142 mil · 266 votosR$ 532
- Diretor Silva Neto PSLR$ 141 mil · 326 votosR$ 434
- Raquel Santana PSLR$ 289 mil · 677 votosR$ 427
- Dra Rebeca Sodré PSLR$ 290 mil · 2.467 votosR$ 117
- Tárcio Teixeira PSOLR$ 140 mil · 1.353 votosR$ 104
- Helena Holanda PPR$ 151 mil · 2.348 votosR$ 64,5
- Marmuthe Cavalcanti PSLR$ 180 mil · 4.152 votosR$ 43,4
- Marcos Heriques PTR$ 151 mil · 3.927 votosR$ 38,5
- Bispo José Luiz REPUBLICANOSR$ 171 mil · 5.883 votosR$ 29,2
- Eliza PPR$ 135 mil · 5.042 votosR$ 26,8
- Damasio Franca Neto PPR$ 99 mil · 4.251 votosR$ 23,3
Votos por real
- 2018, deputado estadual: 205 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.