Colares
Francisco Colares Ramos · nasceu em 1977
Colares se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Passou por 3 partidos: DEM (2008), PSD (2012), REPUBLICANOS (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 39 anos, ensino médio, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Colares declarou R$ 48,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 16 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (52%) dos candidatos a vereador no Amazonas não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Colares declarou ao TSE R$ 7,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 5,4 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Pauini (AM) · REPUBLICANOS · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.61998,4%
- EscritórioR$ 261,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Pauini (AM), 2016
Mediana da disputa: R$ 48,3 por voto. Quem venceu, Vagner Sena, gastou R$ 25,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 390; o mais barato, R$ 25,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Julio MDBR$ 4,3 mil · 11 votosR$ 390
- Sargeto Bau PTBR$ 4,2 mil · 45 votosR$ 93,7
- Deba PC do BR$ 3,9 mil · 52 votosR$ 74,7
- Cirão MOBILIZAR$ 8,4 mil · 113 votosR$ 73,9
- Vando MDBR$ 10 mil · 169 votosR$ 61,6
- Nonato Policial MOBILIZAR$ 9,5 mil · 178 votosR$ 53,5
- Rondon MDBR$ 3,7 mil · 77 votosR$ 48,3
- Demar MDBR$ 3,6 mil · 74 votosR$ 48,1
- Vei Do Antonio Germano MOBILIZAR$ 3,6 mil · 80 votosR$ 44,5
- Pelado Borbonha MDBR$ 4,9 mil · 113 votosR$ 43
- Tiú Do Mapiá PC do BR$ 3,9 mil · 118 votosR$ 32,9
- Vagner Sena MDBR$ 7,7 mil · 301 votosR$ 25,7
Votos por real
- 2016, vereador: 66 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 276 votos por R$ 1.000, 4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.