Coelho Padre
Carlos Alberto Vieira Coelho · nasceu em 1958
Coelho Padre se candidatou em 7 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em 2. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2012.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 62 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2006Deputado estadual · São PauloPT 13500· centro-esquerda· na urna, Padre Coelhosuplente5.150 votos; 493º mais votado de 1.520 no estado
- 2004
- 2002Deputado estadual · São PauloPT 13151· centro-esquerda· na urna, Padre Coelhosuplente12.142 votos; 318º mais votado de 1.424 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Coelho Padre teve 5.150 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 493º lugar entre 1.520 candidatos.
Recebeu votos em 155 cidades. Lorena deu 56,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,2%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Coelho Padre declarou R$ 1 mi em bens, em reais de hoje: 58 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2006 e 2020, o total subiu R$ 661,1 mil acima da inflação.
Declarou 58 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Coelho PadreR$ 1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 7 campanhas com contas prestadas, Coelho Padre declarou ao TSE R$ 104 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 69 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Lorena (SP) · PT · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Lorena (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 9,63 por voto. Quem venceu, Bruno Lorena, gastou R$ 4,76 por voto. O voto mais caro custou R$ 70,6; o mais barato, R$ 4,76.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Beto Pereira DEMR$ 51 mil · 719 votosR$ 70,6
- Adevaldir Da Funerária REPUBLICANOSR$ 13 mil · 654 votosR$ 20,5
- Jair Pintor PODER$ 8,8 mil · 575 votosR$ 15,3
- Luiz Gral CIDADANIAR$ 7,9 mil · 546 votosR$ 14,4
- Marquinhos Da Colchoaria Ramos DEMR$ 6,1 mil · 500 votosR$ 12,2
- Marcelinho Alvarenga PSDR$ 7,1 mil · 610 votosR$ 11,6
- Bruno Camargo DEMR$ 7,4 mil · 773 votosR$ 9,63
- Evandrinho PODER$ 5 mil · 525 votosR$ 9,43
- Careca Da Locadora PSDBR$ 5,3 mil · 806 votosR$ 6,60
- Dr Fabio Longuinho PSDR$ 5,9 mil · 956 votosR$ 6,20
- Fábio Matos CIDADANIAR$ 5,9 mil · 1.018 votosR$ 5,84
- Bruno Lorena PSDBR$ 5,7 mil · 1.206 votosR$ 4,76
Votos por real
- 2012, vereador: 126 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 116 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 74 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 146 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.