Apuração
Vereador · 2012 · AGIR

Coco da Casa de Saude

Jose Nilton de Carvalvo · nasceu em 1968

Coco da Casa de Saude se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoAGIR+0,24← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008CIDADANIA2012AGIR← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2008), AGIR (2012).

VereadorPartidoCIDADANIAAGIR200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 43 anos, ensino médio, auxiliar de escritório e assemelhados. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Ibimirim (PE)
    AGIR 36999· direita
    eleito601 votos
  2. 2008
    Vereador · Ibimirim (PE)
    CIDADANIA 23456· centro· na urna, Côco
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Coco da Casa de Saude declarou ao TSE R$ 5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 3,9 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Ibimirim (PE) · AGIR · eleito

De onde veio

R$ 3.899
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.899.
  1. Próprio bolsoR$ 3.68294,4%
  2. Outros candidatosTudo de Silvio Eraldo Gomes Da SilvaR$ 2175,6%

Para onde foi

R$ 3.899
O maior gasto foi com transporte: 50% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.899.
  1. TransporteTudo de Auto Posto Gomes E Cia Ltda MeR$ 1.94950%
  2. Pessoal4 pessoas, não nomeadasR$ 1.73344,4%
  3. Material impressoTudo de Silvio Eraldo Gomes Da SilvaR$ 2175,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Ibimirim (PE), 2012

Mediana da disputa: R$ 20,7 por voto. Quem venceu, Guega, gastou R$ 16,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 64,3; o mais barato, R$ 13,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Dacir PSDR$ 6,5 mil · 101 votosR$ 64,3
  • Irmão Junior PSDR$ 6,1 mil · 120 votosR$ 50,5
  • Cicero Alexandre PVR$ 8,1 mil · 262 votosR$ 30,8
  • Duda PSBR$ 11 mil · 363 votosR$ 29,8
  • Sandra Da Ação PTBR$ 11 mil · 444 votosR$ 24,4
  • Welliton PTR$ 11 mil · 518 votosR$ 20,7
  • Zé Queiroz PPR$ 5,8 mil · 279 votosR$ 20,7
  • Fofa PTBR$ 9,8 mil · 511 votosR$ 19,2
  • Zé Vieira PSLR$ 7,2 mil · 392 votosR$ 18,4
  • Guega PVR$ 8,1 mil · 503 votosR$ 16,1
  • Edno PLR$ 5,8 mil · 399 votosR$ 14,5
  • Valmir Da Banana AVANTER$ 6,7 mil · 506 votosR$ 13,3

Votos por real

  • 2012, vereador: 154 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 219 votos por R$ 1.000, 5,9 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.