Coco Bambu
Romualdo Carlos Alves da Silva · nasceu em 1971
Coco Bambu se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 4 partidos: PSB (2004), DEM (2008), PTB (2016), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 49 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Coco Bambu declarou R$ 86,2 mil em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2020.
Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Coco Bambu declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 8,8 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Condado (PE) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Condado (PE), 2020
Mediana da disputa: R$ 18,7 por voto. Quem venceu, Neto Da Feira, gastou R$ 5,06 por voto. O voto mais caro custou R$ 136; o mais barato, R$ 5,06.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Jonas Da Nordeste Macacos PSDR$ 23 mil · 166 votosR$ 136
- Célio Campos PSBR$ 23 mil · 345 votosR$ 65,6
- Samuel Andrade REPUBLICANOSR$ 24 mil · 636 votosR$ 37,8
- Moises Freitas REPUBLICANOSR$ 9,5 mil · 390 votosR$ 24,4
- Ze Nildo PSDR$ 4,2 mil · 222 votosR$ 18,7
- Sandrinha De Paulinho MDBR$ 6,1 mil · 553 votosR$ 11,1
- Jueci Andrade PTBR$ 2,7 mil · 481 votosR$ 5,63
- Lucas De Paulinho PSBR$ 3,5 mil · 633 votosR$ 5,47
- Neto Da Feira REPUBLICANOSR$ 3 mil · 589 votosR$ 5,06
Votos por real
- 2020, vereador: 290 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 85 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 79 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 83 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.