Apuração
Prefeito · 2020 · PTB

Clovis Martins

Clovis Damião Martins · nasceu em 1960

Clovis Martins se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,36← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PTB2008PTB2020PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004 e 2008.

Sempre pelo PTB.

PrefeitoPartidoPTB’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleitovotos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.

Declarou ao TSE em 2020: 60 anos, superior completo, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Prefeito · Poconé (MT)
    PTB 14· centro-direita
    votos anulados pela Justiça Eleitoral
  2. 2008
    Prefeito · Poconé (MT)
    PTB 14· centro-direita· na urna, Clóvis Martins
    eleito9.323 votos, 52,0%
  3. 2004
    Prefeito · Poconé (MT)
    PTB 14· centro-direita
    eleito7.354 votos, 45,6%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Clovis Martins declarou R$ 237,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 99,3 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 25 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 237,8 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 165.522 na declaração)

Declarou 28% da mediana dos candidatos a prefeito em Mato Grosso em 2020.

  • Clovis MartinsR$ 237,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 861,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,6 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 237,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Clovis Martins declarou ao TSE R$ 1,2 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 583 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Prefeito · Poconé (MT) · PTB · votos anulados pela Justiça Eleitoral

De onde veio

R$ 164,2 mil
14% veio de fundos públicos; 11 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 164,2 mil.
  1. Pessoas11 pessoas, não nomeadasR$ 92,9 mil56,6%
  2. Próprio bolsoR$ 48,1 mil29,3%
  3. Fundo eleitoralTudo de Partido Trabalhista Brasileiro - Pocone Mt - MunicipalR$ 19,8 mil12,1%
  4. Outros candidatosR$ 3.3812,1%

Para onde foi

R$ 151,1 mil
O maior gasto foi com pessoal: 46% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 151,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal65 pessoas, não nomeadasR$ 68,8 mil45,5%
  2. InternetR$ 1.0610,7%
  3. EscritórioR$ 3960,3%

Quanto custou cada voto: prefeito, Poconé (MT), 2020

Mediana da disputa: R$ 49,6 por voto. Quem venceu, Tatá Amaral, gastou R$ 49,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 130; o mais barato, R$ 41,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, prefeito: 16 votos por R$ 1.000, 41% da mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 15 votos por R$ 1.000, 17% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.