Clóvis Ferraz
Clovis Ferraz Meira · nasceu em 1951
Clóvis Ferraz se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2018, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2002 e 2006.
Passou por 2 partidos: DEM (2002–2010), PSD (2014–2018).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.
Declarou ao TSE em 2018: 67 anos, superior completo, geólogo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018
- 2014Deputado estadual · BahiaPSD 55666· direita· na urna, Clovis Ferrazsuplente27.746 votos; 79º mais votado de 578 no estado
- 2010Deputado estadual · BahiaDEM 25188· direita· na urna, Clovis Ferrazsuplente32.345 votos; 67º mais votado de 588 no estado
- 2006
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Clóvis Ferraz teve 5.249 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 164º lugar entre 576 candidatos.
Recebeu votos em 148 cidades. Mirante deu 21,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 86,5%.
As outras 4 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Clóvis Ferraz declarou R$ 8,6 mi em bens, em reais de hoje: 101 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2006 e 2018, o total subiu R$ 3,2 mi acima da inflação.
Declarou 101 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual na Bahia em 2018.
- Clóvis FerrazR$ 8,6 mi
- Mediana dos candidatosR$ 85,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,3 mi
Cada quadrado, R$ 250 mil.
Os 12 itens declarados em 2018, do maior ao menor
- Fazendas reunidas no município de wanderleyR$ 3 miOutros bens e direitos
- Quotas da empresa vale do rio grande agronegócios LTDA…R$ 2 miQuotas ou quinhões de capital
- Animais bovinosR$ 1,2 miRebanho e animais
- Fazendas reunidas no município de cotegipeR$ 761 milOutros bens e direitos
- Apartamento residencial situado na rua emílio odebrechtR$ 509,9 milApartamento
- Fazendas reunidas no município de tremedalR$ 350 milOutros bens e direitos
- Condomínio boa vistaR$ 250,4 milApartamento
- Bnb / renda fixaR$ 221,6 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Veículo rangerR$ 135,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Veículo L200R$ 114,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Rua da bicuíbaR$ 95,3 milTerreno
- Veículo crossfoxR$ 74,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Clóvis Ferraz declarou ao TSE R$ 2 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 1,2 milhão.
Campanha a campanha
2018 · Deputado estadual · Bahia · PSD · suplente
De onde veio
- Fundo partidárioTudo de Partido Social Democratico - PsdR$ 150,8 mil80,9%
- Próprio bolsoR$ 19,5 mil10,4%
Para onde foi
- EscritórioR$ 3380,2%
Quanto custou cada voto: deputado estadual, Bahia, 2018
Mediana da disputa: R$ 21,2 por voto. Quem venceu, Eduardo Salles, gastou R$ 6,36 por voto. O voto mais caro custou R$ 804; o mais barato, R$ 6,36.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Michele Sá PPR$ 673 mil · 838 votosR$ 804
- Professora Angélica PPR$ 652 mil · 5.537 votosR$ 118
- Gilmar Ferraz MDBR$ 672 mil · 6.552 votosR$ 103
- Nilza Da Mata PPR$ 707 mil · 8.038 votosR$ 88
- Taissa Gama PTBR$ 1,5 milhão · 17.111 votosR$ 87,7
- Clara Sena SOLIDARIEDADER$ 861 mil · 11.768 votosR$ 73,2
- Tude DEMR$ 1,4 milhão · 28.431 votosR$ 48,1
- Cacá Colchões PPR$ 644 mil · 14.985 votosR$ 43
- Roberto Britto PPR$ 1,5 milhão · 38.939 votosR$ 38,7
- Larissa Oliveira PSDR$ 1,4 milhão · 38.799 votosR$ 36,8
- Kátia Bacelar PLR$ 1,4 milhão · 39.169 votosR$ 36,7
- Cordelia Torres De Almeida DEMOCRATAR$ 860 mil · 29.056 votosR$ 29,6
- Raimundinho Da Jr PDTR$ 1,1 milhão · 37.047 votosR$ 29,4
- Ângela Sousa PSDR$ 985 mil · 38.855 votosR$ 25,3
- Professor Rui PC do BR$ 575 mil · 25.918 votosR$ 22,2
- Fabiola Mansur PSBR$ 1,2 milhão · 54.444 votosR$ 21,2
- Zé Carlos Da Cebola PLR$ 801 mil · 38.534 votosR$ 20,8
- Jusmari PSDR$ 1,3 milhão · 66.318 votosR$ 19,6
- Mirela Macedo PSDR$ 965 mil · 50.357 votosR$ 19,2
- Ivana Bastos PSDR$ 1,4 milhão · 76.605 votosR$ 18,6
- Maria Del Carmen PTR$ 831 mil · 48.147 votosR$ 17,3
- Tum PSCR$ 630 mil · 40.632 votosR$ 15,5
- Luiz Augusto PPR$ 641 mil · 42.418 votosR$ 15,1
- Fabrício PC do BR$ 740 mil · 51.620 votosR$ 14,3
- Tiago Correia PSDBR$ 642 mil · 46.494 votosR$ 13,8
- Vitor Bonfim PLR$ 744 mil · 61.165 votosR$ 12,2
- Tom Araujo DEMR$ 638 mil · 57.570 votosR$ 11,1
- Antônio Henrique Jr. PPR$ 594 mil · 66.754 votosR$ 8,90
- Rogério Andrade Filho PSDR$ 592 mil · 85.968 votosR$ 6,88
- Eduardo Salles PPR$ 567 mil · 89.123 votosR$ 6,36
Votos por real
- 2018, deputado estadual: 31 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 301 votos por R$ 1.000, 4,4 vezes a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 79 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 61 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.