Clovis Montagner
Clovis Alberto Montagner · nasceu em 1956
Clovis Montagner se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004, 2008, 2016 e 2020.
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 64 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016Prefeito · Faxinal do Soturno (RS)PP 11· direita· na urna, Clovis Alberto Montagnereleito2.534 votos, 53,8%
- 2008Prefeito · Faxinal do Soturno (RS)PP 11· direita· na urna, Clóvis Alberto Montagnereleito1.800 votos, 37,7%
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Clovis Montagner declarou R$ 1 mi em bens, em reais de hoje: 2,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 185 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,1 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2020.
- Clovis MontagnerR$ 1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 489,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 574,6 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 11 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Situado na avenida da zenha em porto alegre ¿ RSR$ 310,3 milApartamento
- Situado na rua moacir n. 2163 em capáo da canoa ¿ RSR$ 298,1 milApartamento
- Sistuada na rua luiz solderaR$ 245,5 milCasa
- Carro renault fluence 2.0R$ 76,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Reforma de uma casaR$ 40,7 milConstrução
- Parte de uma casa de alvenaria 18R$ 30,5 milCasa
- Conta corrente banco do brasilR$ 8.926Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Parte de um terrreno de 331R$ 5.028Terreno
- Terreno com 507R$ 3.988Terreno
- Parte de um terreno de 144R$ 3.591Terreno
- Conta corrente banrisulR$ 3.407Renda fixa (CDB, RDB e outros)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Clovis Montagner declarou ao TSE R$ 172 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 59 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Faxinal do Soturno (RS) · PP · eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Progressistas - Rio Grande Do Sul - Rs - EstadualR$ 14,2 mil66,7%
- Próprio bolsoR$ 7.07633,3%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoTudo de Marcio Peixoto Correia 93052448072R$ 2.26410,7%
- RepassesR$ 6032,8%
- EscritórioR$ 5752,7%
Quanto custou cada voto: prefeito, Faxinal do Soturno (RS), 2020
Clovis Montagner: R$ 8,93 por voto (mediana da disputa, R$ 8,93).
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Volnei Savegnago PTR$ 28 mil · 2.087 votosR$ 13,6
- Clovis Montagner PPR$ 21 mil · 2.376 votosR$ 8,93
Votos por real
- 2020, prefeito: 115 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 47 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 34 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 48 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.