Cleyton Valentim
Cleyton Silva Valentim · nasceu em 1976
Cleyton Valentim se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2016 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 3 partidos: PL (2004), PT (2008–2010), PL (2012), PRTB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2016: 40 anos, superior incompleto, comerciante, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2010Deputado estadual · Rio de JaneiroPT 13742· centro-esquerdasuplente10.314 votos; 160º mais votado de 1.514 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Cleyton Valentim teve 10.314 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 160º lugar entre 1.514 candidatos.
Recebeu votos em 39 cidades. Teresópolis deu 93,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Cleyton Valentim declarou R$ 625,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2016, o total subiu R$ 529,1 mil acima da inflação.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Cleyton Valentim declarou ao TSE R$ 658 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 360 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Teresópolis (RJ) · PRTB · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- PessoasR$ 11,2 mil87,4%
- Próprio bolsoR$ 1.61912,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 10,9 mil85,1%
- TransporteR$ 1.76313,7%
- EscritórioR$ 1441,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Teresópolis (RJ), 2016
Mediana da disputa: R$ 28,3 por voto. Quem venceu, Leonardo Vasconcellos, gastou R$ 20,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 177; o mais barato, R$ 20,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Francisco Stumbo PPR$ 73 mil · 410 votosR$ 177
- Dr Carlão MDBR$ 75 mil · 757 votosR$ 98,8
- Elias Maia PODER$ 55 mil · 661 votosR$ 83,5
- Mauricio Lopes PHSR$ 90 mil · 1.549 votosR$ 58,1
- Rock PSDBR$ 41 mil · 1.140 votosR$ 35,8
- Daponte PSDBR$ 41 mil · 1.442 votosR$ 28,5
- André Do Gás PODER$ 35 mil · 1.228 votosR$ 28,3
- Dr. Claudia PPR$ 50 mil · 1.907 votosR$ 26
- Dra. Leide DEMR$ 40 mil · 1.581 votosR$ 25,3
- Dede MDBR$ 35 mil · 1.470 votosR$ 24
- Pedro Gil PPR$ 45 mil · 1.947 votosR$ 23,4
- Leonardo Vasconcellos MDBR$ 36 mil · 1.763 votosR$ 20,2
Votos por real
- 2010, deputado estadual: 29 votos por R$ 1.000, 40% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 92 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 97 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.