Cleudo
Francicleudo Alves do Nascimento · nasceu em 1967
Cleudo se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 48 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Cleudo declarou R$ 21,9 mil em bens, em reais de hoje: 3,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 3,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2012.
- CleudoR$ 21,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 6.574
- Mediana dos eleitosR$ 54,8 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Cleudo declarou ao TSE R$ 1,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 1,4 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Santo André (PB) · PSB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Santo André (PB), 2016
Mediana da disputa: R$ 27,3 por voto. Quem venceu, Pedro De Neguinho, gastou R$ 14,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 401; o mais barato, R$ 14,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Patricao PHSR$ 3,2 mil · 8 votosR$ 401
- Guine DEMR$ 3,5 mil · 45 votosR$ 78,4
- Sonia Viera PDTR$ 3 mil · 39 votosR$ 78,1
- Betinho Nunes PDTR$ 3,5 mil · 46 votosR$ 76,7
- Jonas De Ze De Zuca MDBR$ 3,7 mil · 64 votosR$ 57,2
- Cristiane MDBR$ 3,7 mil · 120 votosR$ 31,1
- Seu Nino PDTR$ 3,2 mil · 119 votosR$ 27,3
- Nem De Miguel MDBR$ 3,6 mil · 135 votosR$ 26,4
- Denys PSDBR$ 3,9 mil · 188 votosR$ 20,6
- Rodrigo Camilo PDTR$ 3,4 mil · 168 votosR$ 20
- Rivaldo Junior PSCR$ 3,5 mil · 244 votosR$ 14,5
- Pedro De Neguinho DEMR$ 3,3 mil · 233 votosR$ 14,3
Votos por real
- 2016, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.