Cleuber da Oficina
Cleuber Campos Gonçalves · nasceu em 1944
Cleuber da Oficina se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.
Passou por 3 partidos: PT (2008–2016), PSB (2020), PV (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 80 anos, até o fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Cleuber da Oficina declarou R$ 1,7 mi em bens, em reais de hoje: 63 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 1,1 mi acima da inflação.
Declarou 63 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- Cleuber da OficinaR$ 1,7 mi
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 6 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- ChácaraR$ 883,8 milOutros bens imóveis
- ResidencialR$ 773,3 milCasa
- Ford Belina 1972R$ 8.838Outros bens móveis
- Fusca 1972R$ 5.523Outros bens móveis
- DinheiroR$ 2.209Dinheiro em espécie
- Moto Honda CG 1984R$ 1.878Outros bens móveis
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Cleuber da Oficina declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 6,9 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Machado (MG) · PSB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 84985,7%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2020 Jose Carlos Diniz VereadorR$ 14214,3%
Para onde foi
- Pessoal1 pessoas, não nomeadasR$ 17720,8%
- TransporteTudo de Auto Posto Costa Costa LtdaR$ 576,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Machado (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 12,3 por voto. Quem venceu, Erivelto Angelo Da Rádio, gastou R$ 9,94 por voto. O voto mais caro custou R$ 45,8; o mais barato, R$ 9,59.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Alexandre Piquira PSBR$ 13 mil · 289 votosR$ 45,8
- Richard Oliveira PSDBR$ 2,7 mil · 100 votosR$ 27,3
- Professor Amauri Tigrao REPUBLICANOSR$ 3,1 mil · 113 votosR$ 27,1
- Alemão PSDBR$ 5,7 mil · 232 votosR$ 24,4
- Luizinho Xavier PSDBR$ 4,7 mil · 223 votosR$ 21,3
- Neto Da Academia REPUBLICANOSR$ 3,9 mil · 284 votosR$ 13,9
- Reinaldo Conti Canela REPUBLICANOSR$ 4,2 mil · 343 votosR$ 12,3
- Prof Clayton Nery DEMR$ 7,6 mil · 627 votosR$ 12,2
- José Miguel PSDBR$ 7 mil · 593 votosR$ 11,8
- Paulinho Da Ambulancia REPUBLICANOSR$ 2,8 mil · 266 votosR$ 10,7
- Erivelto Angelo Da Rádio PSDBR$ 8,4 mil · 850 votosR$ 9,94
- Geleia PSBR$ 2,9 mil · 300 votosR$ 9,59
Votos por real
- 2020, vereador: 317 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 228 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 83 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.